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Coronavírus

ACMinas lança cartilha com orientações básicas para retomada das atividades

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Crédito: Manoel Evandro

O Conselho Empresarial de Saúde da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) lançou uma cartilha com orientações básicas e sugestões para a retomada das atividades essenciais no Estado.

Para elaboração, a entidade consultou especialistas e listou medidas respaldadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

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De acordo com a presidente do Conselho, Isis Sant’Anna Martins de Oliveira, é grande a preocupação quanto a flexibilização das medidas de distanciamento social em combate ao novo coronavírus (Covid-19) em Minas Gerais.

Nesta segunda-feira (27), o governo do Estado deu início à publicação dos protocolos de orientação de retomada de atividades de comércio e serviços nas cidades mineiras, a partir do “Minas Consciente – Retomando a economia do jeito certo”, lançado na última semana pelo governador Romeu Zema (Novo), cujo objetivo é orientar e organizar a retomada das atividades nos 853 municípios do Estado.

Segundo ela, a preocupação ocorre principalmente pela displicência da população e de empresários na adoção das medidas de distanciamento social, mesmo antes da flexibilização. “Se não cumprirmos as orientações e as medidas básicas dos órgãos de saúde, poderemos chegar à situação de lockdown, que é o não queremos, como forma de garantir a capacidade dos leitos disponíveis no Estado”, alertou.

Belo Horizonte, por sua vez, ainda começa a estudar como se dará a retomada de algumas atividades econômicas. No momento, apenas atividades essenciais estão autorizadas a funcionar na cidade, como supermercados, hipermercados, padarias, farmácias, sacolões, entre outros, desde que tomadas algumas medidas de precauções.

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Isis Sant’Anna ressaltou que o essencial, neste momento de retomada, é que empresas e população adotem uma série de medidas de precaução. Ainda segundo ela, estas e outras ações deverão ser mantidas por vários meses, até a descoberta de uma vacina eficiente contra o vírus.

Neste sentido, a presidente avaliou que os hábitos de higiene, como lavagem constante das mãos e troca de roupas, já estejam se tornando um ato habitual para a maioria das pessoas. O desafio agora, conforme ela, que é médica dermatologista, será aderir outras medidas como o uso de máscara, o respeito a não aglomeração e a aferição constante de temperatura.

“O mais importante agora é seguir essas medidas. Não é bobagem, não é para criar pânico. É para não perdermos os bons números que registramos até aqui”, destacou.

Os últimos dados da SES-MG dão conta de 1.586 casos e 62 óbitos confirmados em Minas. Deste total, 11 mortes e 548 infectados somente na Capital.

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