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Cai a confiança da indústria mineira após oito meses de crescimento

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Índice de condições atuais apresentou incremento em dezembro e atingiu 60,5 pontos, apontando que o setor se mantém otimista | Crédito: Alisson J. Silva/Arquivo DC

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) apresentou queda de 1,3 ponto em dezembro na comparação com novembro (63,9 pontos), atingindo 62,6 pontos. Trata-se do primeiro recuo em oito meses. Em relação a igual período do ano passado (64,5 pontos), a retração foi de 1,9 ponto. Os dados foram divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) na sexta-feira (18).

Apesar do decréscimo que foi verificado no último mês do ano, os números ainda permanecem acima dos 50 pontos, mostrando que os industriais estão confiantes pelo quinto mês seguido. A esse otimismo, a gerente de economia da entidade, Daniela Muniz, atribui algumas razões que envolvem desde o comportamento do consumidor até a alta do dólar.

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“Houve um aumento da venda de bens, tanto pelo impacto do auxílio emergencial quanto pelo fato de as pessoas não estarem gastando tanto com serviços. Além disso, há a desvalorização do real em relação ao dólar, o que faz com que os preços dos produtos nacionais fiquem mais atrativos”, salienta.

Componentes – O Icei é fruto da ponderação dos índices de condições atuais e de expectativas, que vão de 0 a 100 pontos.

No mês de dezembro, o índice de condições atuais apresentou um incremento de 0,5 ponto em relação a novembro (60 pontos), atingindo 60,5 pontos. Isso mostra que há melhoria na percepção dos empresários em relação à situação da economia do Estado, do País e de seus próprios negócios.

Na comparação com igual período do ano passado (59,2 pontos), o incremento foi de 1,3 ponto. O resultado foi o melhor para o mês desde o ano de 2010, quando teve início a série histórica mensal.

Por outro lado, o componente de expectativas para os próximos seis meses apresentou queda de 2,2 pontos em dezembro na comparação com novembro (65,9 pontos) e registrou 63,7 pontos. Em relação a igual período do ano anterior (67,2 pontos), a queda foi de 3,5 pontos.

Embora os números ainda apontem para o otimismo dos empresários industriais, Daniela Muniz ressalta que o indicador vem registrando uma desaceleração desde o mês de outubro.

“A tendência era mesmo de uma acomodação dos indicadores, após uma queda abrupta em abril e uma retomada forte nos meses seguintes”, diz ela.

Além disso, destaca Daniela Muniz, há outros fatores que também contribuíram para a queda dos números que ilustram as expectativas dos empresários para os próximos seis meses.

Existe atualmente, por exemplo, uma preocupação com o fim do auxílio emergencial, medida governamental para aqueles que têm baixa ou nenhuma renda e que ajudou a fomentar a economia.

O que se vê atualmente também, diz ela, é uma recuperação lenta do mercado de trabalho, além dos próprios desafios impostos pela pandemia da Covid-19, com aumento dos casos da doença. “Isso causa insegurança”, pontua ela.

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