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Construção mantém obras na RMBH

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Crédito: Arquivo ABr

Em vigor desde essa segunda-feira (13), as medidas de estímulo ao setor imobiliário propostas pela Caixa Econômica Federal, como forma de mitigar os impactos do novo coronavírus (Covid-19), prometem fôlego à construção civil, pelo menos enquanto a pandemia durar no País.

A Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) não teve nenhum empreendimento suspenso por causa da pandemia e conta atualmente com 250 canteiros de obras ativos que podem gerar até 40 mil empregos diretos no pico das intervenções.

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As informações são do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Geraldo Jardim Linhares. Segundo ele, a instituição financeira tem sido importante parceira e se mostrado aberta a importantes pleitos e negociações do setor, como foi o caso das ações anunciadas na última semana.

“As medidas respondem quase que a totalidade do pleito do setor e vão permitir a continuidade e a evolução das obras pelos próximos meses, de acordo com os cronogramas. Agora estamos reivindicando o aumento da carência para 180 dias também na Parcela de Evolução de Obra referente aos imóveis financiados na planta. Deveremos ter um resultado ainda esta semana”, revelou.

De toda maneira, Linhares lembrou que as medidas já anunciadas permitirão a continuidade do financiamento imobiliário e a consequente manutenção da produção de mais de 530 mil unidades habitacionais, responsáveis pela geração de 1,2 milhão de empregos diretos e indiretos em todo o País, conforme dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

“Diante das medidas de flexibilização da Caixa e oportunidades de preços que as associadas estão oferecendo, não há melhor hora para a compra de imóvel. Tais conveniências não voltarão a ocorrer tão cedo”, anunciou.

Entre as novidades anunciadas, está a liberação de R$ 43 bilhões para o financiamento da casa própria e a carência de seis meses para novos contratos imobiliários de pessoas físicas. Além disso, o pacote do banco trouxe a possibilidade de pagamento parcial dos encargos por 90 dias, de liberação de até duas parcelas na construção individual sem vistoria e de negociação de contratos em atraso de 61 dias a 180 dias.

“As ações são ótimas e no intuito de nos ajudar a manter os empregos do setor. Somente em Minas Gerais temos cerca de 400 mil vagas diretas e indiretas na cadeia produtiva da construção civil. Não adiantaria termos apenas medidas para pessoa jurídica e não beneficiar, de alguma forma, a pessoa física, que compra na ponta”, avaliou – ponderando que as empresas estão adotando todas as medidas de segurança e prevenção indicadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate ao coronavírus, como forma de prevenir e proteger os funcionários.

Já para construtoras e incorporadoras, as mudanças anunciadas foram: possibilidade de prazo de carência de 180 dias nas novas contratações, antecipação de até 3 meses do cronograma para obras em execução, liberação de recursos do financiamento não utilizados anteriormente, admissão de prorrogação do cronograma físico-financeiro das obras, possibilidade de pagamento parcial dos encargos por 90 dias e a antecipação de até 20% do financiamento em novos empreendimentos.

Pausa – Antes, porém, a Caixa já tinha anunciado, entre outras medidas, a pausa de 90 dias no pagamento das prestações, possibilidade de reavaliar por mais 60 dias as análises de risco de crédito a vencer, prorrogação do laudo de avaliação de imóveis, a vencer, por até 60 dias, recepção de documentos em meio digital e atendimento remoto, para pessoas físicas.

Para jurídicas, pausa de 90 dias no pagamento das prestações, inclusão do valor do terreno doado pelo Poder Público, ajustes nos planos de vendas dos empreendimentos, prorrogação da validade das avaliações, liberação de parcelas, etc.

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