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Minas registra saldo positivo de 8.382 empregos em novembro

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Com geração de 11.198 postos de trabalho formais em novembro, o comércio foi o setor que liderou a abertura de empregos em Minas - CRÉDITO:ALISSON J. SILVA

A geração de emprego em novembro deste ano em Minas Gerais foi a melhor para o mês desde 2010. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia mostram que o superávit no Estado chegou a 8.382 vagas, resultado de 145.458 admissões e 137.076 demissões. No ano, Minas já acumula saldo positivo de mais de 132 mil postos de trabalho gerados.

No 11º mês de 2010, 12.093 vagas formais foram criadas em Minas Gerais. Desde então, o Estado apresentou superávit no mês de novembro apenas em 2012 e 2018, sempre abaixo dos mais de 8 mil postos registrados no mesmo mês em 2019. Assim, o resultado do emprego formal de novembro em Minas superou em mais de 22 vezes as 367 vagas de igual época do ano passado.

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Com o resultado, o Estado já acumula saldo positivo de 132.987 postos de trabalho neste ano. Ao todo foram 1,745 milhão de admissões, contra 1,612 milhão de demissões. Nos mesmos meses de 2018 o resultado também havia sido positivo, mas em 120.629 empregos formais. Já quando considerados os últimos 12 meses, o superávit chegou a 93.502 e no período imediatamente anterior estava negativo em 82.130.

Setores – De acordo com o levantamento, na análise mensal, o comércio puxou o desempenho em Minas Gerais. Também tiveram resultados positivos os setores de serviços e a indústria extrativa. Na outra ponta, todos os demais setores apresentaram déficit no mês, com destaque para a construção civil, a agropecuária e a indústria de transformação.

Somente o comércio gerou superávit de 11.198, proveniente da criação de 41.132 vagas e extinção de outras 29.934. Em novembro do ano passado, o saldo do setor tinha ficado positivo em 7.478 vagas.

Logo em seguida, o setor de serviços, cujo superávit mensal foi de 4.776, contratou 54.735 pessoas no mês passado, mas desligou outras 49.959. No 11º mês de 2018 o saldo do setor foi de 1.773 unidades.

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Já a indústria extrativa apresentou saldo de 126 postos. Ao todo foram registradas 919 admissões e 793 demissões. No mesmo mês do ano anterior a mineração tinha registrado déficit de 31 vagas.

Ainda considerando o mês de novembro, destaca-se o resultado negativo de 4.001 empregos formais no Estado pela construção civil. O setor criou 15.662 oportunidades, mas extinguiu outras 19.663. Em igual período do exercício passado o setor apresentou saldo negativo de 3.617 postos.

Da mesma maneira, em novembro a agropecuária registrou queda de 2.502 vagas e a indústria da transformação de -1.190.

Quando considerado o acumulado dos 11 primeiros meses de 2019, os destaques positivos ficaram por conta das atividades de serviços, construção civil e indústria da transformação. Nenhuma atividade apresentou desempenho negativo no acumulado do ano.

Ao todo, os serviços geraram 66.005 vagas formais, a partir de 654.783 contratações e 588.788 desligamentos. Na mesma época do ano passado o setor teve superávit de 59.219 empregos.

Também no acumulado de janeiro a novembro de 2019, a construção civil criou 25.947 empregos e a indústria 22.774.

Da mesma forma, nos últimos 12 meses, o setor de serviços teve superávit de 52.123, a construção civil 17.583 e a indústria da transformação 10.423. Neste período, houve saldo negativo na agropecuária, de -2.124 e na administração pública (-567).

Brasil gerou 99.232 postos de trabalho no mês

Brasília – Foram geradas 99.232 vagas com carteira assinada no País em novembro. Esse é o melhor resultado para o mês desde 2010, quando foram criados 138.247 postos de trabalho formais. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem pelo Ministério da Economia.

O mercado de trabalho brasileiro vem se mostrando mais aquecido do que no ano passado. No acumulado de janeiro a novembro, o saldo de vagas abertas é de 948.344, sendo que no mesmo período do ano anterior foram gerados 858.415 novos empregos com carteira assinada.

No acumulado até novembro, 2019 registra o melhor desempenho para o mercado de trabalho desde 2013, quando o saldo superou 1,5 milhão.

Em 2019, as demissões superaram as contratações apenas em março. Novembro é, portanto, o oitavo mês consecutivo de geração de emprego.

Tradicionalmente, o período entre agosto e outubro concentra a maior parte de contratações de temporários nas fábricas para produzir as demandas das festas de fim de ano. Depois, principalmente em dezembro, o resultado costuma ser negativo devido à dispensa desses trabalhadores.

Dessa vez, novembro seguiu a tendência de geração de emprego dos meses anteriores.

Os dados mostram que o comércio foi quem puxou o resultado, ao abrir 106.834 novas vagas. A maioria foi no ramo varejista.

Os setores de serviços (44.287) e serviços industriais de utilidade pública (419) também tiveram saldo positivo no mês.

Indústria de transformação, agropecuária, construção civil, administração pública e extrativa mineral fecharam postos de trabalho no mês passado.

Ao anunciar o resultado positivo, o Ministério da Economia ressaltou que das cinco regiões do País, quatro apresentaram saldo positivo: Sudeste (51.060); Sul (28.995), Nordeste (19.824), e Norte (4.491). A região Centro-Oeste foi a única a registrar saldo negativo em 5.138 postos.

Os dados do Caged também dão uma amostra do nível salarial das contratações. A média na admissão em novembro foi de R$ 1.592,26. Isso, segundo o governo, representa uma alta de 0,96% acima da inflação (medida pelo INPC) em relação ao salário médio de novembro do ano passado. (Folhapress)

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