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Produção industrial tem crescimento em Minas

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O uso da capacidade instalada avançou em outubro | Crédito: Antonio Pinheiro/Fotos Públicas

Daniel Vilela

A produção da indústria mineira avançou pelo quinto mês seguido em outubro, segundo a Sondagem Industrial realizada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Juntamente com o crescimento da produção, o número de empregados no setor cresceu pela quarta vez consecutiva. Apesar dos resultados positivos, as empresas do Estado encerraram outubro com estoque abaixo do previsto.

Em outubro, o índice de evolução da produção marcou 56,7 pontos, um indicativo de avanço. Mesmo assim, o resultado foi menor do que o registrado em setembro, que foi de 60,5 pontos. Já em comparação com outubro de 2019, houve um crescimento de 2,2 pontos do índice. Esse foi o melhor resultado para outubro desde o início da série histórica mensal,
em 2010.

Acompanhando o índice de evolução da produção, o indicador de evolução do número de empregados também apontou crescimento. Em outubro, o índice foi de 55,3 pontos, configurando queda de 1,1 ponto em relação a setembro. Novamente, em comparação com outubro de 2019 (49,1 pontos), foi registrado um novo recorde na série histórica mensal, iniciada em 2011.

Os dados coletados pela Sondagem da Fiemg também mostraram que a indústria operou acima do usual neste mês de outubro. O índice de utilização da capacidade instalada efetiva em relação à usual chegou a 51,5 pontos, segunda alta mensal consecutiva. Comparado a outubro de 2019 (44,8 pontos), o índice obteve um avanço de 6,7 pontos.

Estoques em baixa – As más notícias ficaram por conta do indicador de nível de estoques efetivo em relação ao planejado, que registrou índice de 43,3 pontos em outubro deste ano. Essa foi a sexta queda em série dos estoques de produtos finais das indústrias em Minas Gerais. Com isso, o patamar de outubro ficou abaixo do desejado.

Expectativa – Pelo quinto mês consecutivo, o indicador de expectativa da demanda mostrou que os empresários mineiros esperam um aumento da demanda nos próximos seis meses. O índice que mede as perspectivas dos empresários com relação à evolução da demanda, da compra de matéria-prima e do emprego, chegou a 60,9 pontos neste mês de novembro. Na comparação com novembro de 2019 (57,4 pontos), o indicador avançou 3,5 pontos, mais um recorde da série histórica, iniciada em 2010.

O índice de compras de matérias-primas ficou em 58,5 pontos em novembro, marcando um recuo de 2,5 pontos se comparado a outubro (61,0 pontos). O índice de expectativa do número de empregados em novembro foi de 54,2 pontos, resultado praticamente idêntico ao alcançado no mês anterior (54,1 pontos).

Investimento – Outro índice que se manteve estável em novembro ante a outubro foi o de intenção de investimento (60,7 pontos). Em comparação a novembro de 2019, houve aumento de 5,3 pontos, ficando 12,5 pontos acima da média histórica, que teve início em 2013.

Confiança atinge maior valor em dez anos

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 1,9 ponto de outubro para novembro deste ano. Com o resultado, a confiança do empresário da indústria brasileira chegou a 113,1 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior valor desde outubro de 2010 (113,6 pontos).

Doze dos 19 segmentos industriais pesquisados pela FGV tiveram registraram aumento da confiança. Quinze setores estão em nível acima de fevereiro desse ano, ou seja, do período pré-pandemia. O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no presente, aumentou 4,5 pontos e atingiu 118,2 pontos, o maior valor desde dezembro de 2007 (118,9 pontos).

Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, caiu 0,7 ponto, passando para 107,9 pontos.

Um dos indicadores que se destacam na pesquisa é o nível dos estoques das empresas que subiu 12 pontos, para 126,2 pontos, o maior valor da série histórica. A parcela de empresas que avaliam os estoques como insuficientes saltou de 10,6% para 15,7%, enquanto as que avaliam os estoques como excessivos caiu de 9,6% para 8,0%.

“De maneira geral, a demanda foi considerada como forte e o indicador de estoques bateu novo recorde. Pelo lado das expectativas, houve ajuste, mas a maioria dos segmentos ainda apresenta otimismo. Apesar da queda dos indicadores de produção prevista e emprego previsto, ambos permanecem em nível elevado, sugerindo que tanto a produção como o pessoal ocupado continuariam aumentando nos próximos três meses. A boa notícia é o avanço do indicador de tendência dos negócios que, embora não tenha recuperado totalmente as perdas observadas em março e abril – mostrando que ainda há cautela por parte dos empresários -, sinaliza que o setor esteja mais otimista para o início de 2021 do que estava para 2020”, disse a economista da FGV Renata de Mello Franco.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada ficou relativamente estável ao passar de 79,8% para 79,7%. (ABr)

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