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Reabertura do comércio em BH será por “ondas semanais”

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Crédito: Manoel Evandro

A reabertura do comércio em Belo Horizonte, após o fechamento para o combate ao novo coronavírus (Covid-19), se dará em “ondas” semanais. Embora não tenha aderido ao programa do governo estadual, o Minas Consciente, a cidade deverá seguir basicamente a mesma lógica dele: a de reabertura gradual e por setores econômicos.

No caso da Capital, os segmentos que darão início a essa retomada deverão ser anunciados ainda nesta sexta-feira (22) e a reabertura deverá começar na segunda-feira (25).

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Em áudio obtido pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Marcelo de Souza e Silva, destacou a mudança nos planos de reabertura, após a reunião do comitê que trata sobre o assunto. Inicialmente, frisou, entre uma onda e outra, haveria um intervalo de 14 dias.

Além disso, ele também pontuou que autoescolas e imobiliárias podem funcionar, não havendo decretos impeditivos para essas atividades.

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), Aguinaldo Diniz Filho, destaca que o modelo de ondas é perfeito.

“É muito importante, pois não vai ao topo e depois volta, mas, sim, segue um processo evolutivo. Eu entendo que esse modelo, na conjuntura atual, é o mais inteligente e seguro”, salienta.




Aguinaldo Diniz Filho ressalta que é preciso ter muita atenção e responsabilidade e verificar, paulatinamente, o que pode ir abrindo dentro das possibilidades. “Não existe saúde sem economia e nem economia sem saúde. Temos de preservar as vidas e os empregos, encontrar o equilíbrio da balança”, afirma.

O presidente da ACMinas também defende que é preciso haver um entendimento nacional para sair desse momento. “Precisamos de uma união, de um pacto nacional verdadeiro”, avalia.

Por fim, Aguinaldo Diniz Filho salienta que é importante haver um esforço coletivo de todos os brasileiros para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e dos seus reflexos, reunindo os setores legislativo, executivo, judiciário, empresários e trabalhadores.

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