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Retomada da atividade industrial registra desaceleração em Minas

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Com crescimento de 44,1%, a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias foi destaque em MG | Crédito: Leo Lara

O crescimento da produção industrial em Minas Gerais perdeu intensidade em outubro. Após passar por altas mais significativas em uma espécie de recuperação das perdas pela Covid-19, o setor viu um incremento de 0,4% no décimo mês do ano frente a setembro, na série com ajuste sazonal. O número foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“O dado mostra uma perda de intensidade no crescimento. No mês anterior, também houve alta, mas também menor. Isso pode indicar que não está havendo um crescimento sustentado da economia por si só, mas uma retomada do período de paralisação”, destaca a supervisora de pesquisa econômica do IBGE, Claudia Pinelli.

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Nesse cenário, os dados da entidade também mostram que, em outubro, na comparação com igual período de 2019, a produção industrial no Estado apresentou um avanço de 1,4%.

No entanto, os números ainda mostram queda tanto no acumulado dos dez primeiros meses do ano, em relação a igual período do ano passado (-5,8%), quanto no acumulado dos últimos 12 meses (-6,7%).

“Os recuos verificados têm muito a ver com a Covid-19. Apesar de se estar recuperando perdas dos meses passados, isso não foi suficiente para levar a ganhos no acumulado do ano”, afirma Claudia Pinelli.

Setores – Ainda segundo os dados do IBGE, quando se compara outubro com o mesmo mês do ano passado, nove das 13 atividades pesquisadas pela entidade apresentaram incremento em Minas Gerais.

O maior destaque foi a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (44,1%). “Isso tem a ver com uma demanda reprimida, mas também com os juros mais baixos”, salienta a supervisora de pesquisa econômica do IBGE.

A área é seguida pela fabricação de produtos têxteis (22,8%), fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (17,5%), fabricação de produtos do fumo (16,7%), fabricação de bebidas (13,1%) e fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (12,6%).

Por outro lado, as quedas mais representativas foram verificadas nos setores de indústrias extrativas (-16,7%), fabricação de outros produtos químicos (-16,6%) e metalurgia (-9,6%).

Incertezas – O que vem pela frente ainda é algo incerto, conforme pontua Claudia Pinelli. Ela destaca que, atualmente, há um aumento dos casos de Covid-19, o que pode, de certa forma, impactar os números.

Se a abertura de estabelecimentos permanecer permitida, explica ela, e as famílias continuarem com seus gastos e demandas, provavelmente a taxa de crescimento se manterá.

No entanto, avalia, se houver um novo fechamento, o indicador deverá acompanhar esse retrocesso.

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