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Setor segue encolhido no Estado e confiança do empresário recua

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O nível de atividade da indústria da construção em Minas continua mostrando retração e, como consequência, a confiança do empresariado do setor está em queda. As informações constam da Sondagem da Indústria da Construção e do Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção (Iceicon-MG) divulgados ontem. Enquanto o índice da atividade da construção ficou em 42,7 em junho, o indicador de confiança ficou em 39,6 em julho, tendo a quinta queda consecutiva e atingindo o menor valor em dois anos. Números abaixo de 50 revelam retração. “A sondagem mostra o baixo ritmo de atividade e, casando com isso, tem a confiança em queda, apontando que esse ritmo baixo de atividade não deve mudar”, diz o economista e coordenador sindical do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Daniel Furletti. As pesquisas foram divulgadas pelo Sinduscon-MG e Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Furletti considera que os empresários do setor estão em compasso de espera. “Havia uma sinalização de melhora do ambiente de negócio. Mas com a greve dos caminhoneiros, em maio, teve início esse posicionamento mais cauteloso dos empresários. Contribuindo com isso também há o período eleitoral. Nesse compasso de espera, o empresário posterga a decisão de investimento”, aponta Furletti. De acordo com a Sondagem, o índice de atividade do setor ficou estável entre maio e junho, com 42,7 pontos. Na relação com junho de 2017 (40,6), houve crescimento de 2,1 pontos. O indicador de atividade em relação à usual foi de 27,7 em junho, com alta de 2,5 pontos em comparação a maio. Quanto ao número de empregados, o índice foi de 40,4 pontos em junho, mostrando redução de 2,9 na comparação com maio (43,3). Com relação a expectativas para os próximos seis meses, houve pequena melhora, mas o empresariado da construção civil não se mostrou animado. Segundo a pesquisa, a expectativa quanto ao nível de atividade foi de 46,8 pontos em julho, com alta de 1,4 na comparação com junho. É esperada redução das compras de insumos e matérias-primas, com índice de 46,9 pontos em julho. O indicador de novos empreendimentos e serviços teve alta de 4,4 na passagem de junho (43 pontos) para julho (47,4). A evolução do número de empregados ficou em 45,5 em julho, com estabilidade em relação ao mês anterior. Houve recuo de 4,1 pontos na intenção de investimento, passando de 28,2 pontos em junho para 24,1 pontos em julho. Neste ano, tal indicador acumula queda de 10,2 pontos. De acordo com a pesquisa, 54,8% dos construtores citaram como principal problema do setor a demanda insuficiente. Como reflexo da greve dos caminhoneiros, neste trimestre a opção “dificuldade na logística de transporte” foi citada por 9,5% dos empresários. Tal item não havia sido apontado na pesquisa anterior. Leia também: Na contramão, MRV lucra R$ 166 mi Indicadores financeiros – A Sondagem trouxe também avaliação de indicadores financeiros, divulgados trimestralmente. Em relação à margem de lucro operacional, o índice ficou em 29,1 pontos no segundo trimestre de 2018, mostrando descontentamento. O valor ficou 2,8 pontos abaixo em relação ao primeiro trimestre. Quanto à situação financeira, o indicador foi de 34,5 pontos, com queda de 1,3 ponto na comparação com o trimestre anterior. Já o índice de acesso a crédito foi de 25,8 pontos, menor patamar da série histórica, iniciada em 2009. O Iceicon-MG, que em julho ficou em 39,6 pontos, teve queda de 3,5 pontos na relação com junho (43,1). O indicador acumula perda de 11,7 pontos em 2018. Esse índice leva em conta as avaliações sobre condições atuais e expectativas dos empresários. O índice de condições atuais ficou em 37,3 no mês de julho, mostrando leve queda frente a junho (37). Já o indicador de expectativas retrocedeu 5,6 pontos, chegando a 40,7 pontos em julho, enquanto no mês anterior foi de 46,3.

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