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Embarques de minério somam US$ 939,9 milhões no mês, alta de 55% ante um ano atrás | Crédito: Paulo Whitaker/Reuters

Em um ano marcado pelos impactos econômicos causados pela pandemia de Covid-19 em todo o mundo, o saldo da balança comercial mineira segue positivo. Em novembro, o superávit chegou a US$ 1,631 bilhão, enquanto no acumulado dos 11 meses de 2020, chegou a US$ 16,397 bilhões. Mais uma vez, contribuíram para o resultado as vendas ao exterior de minério de ferro e café.

Segundo os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia, os números estão melhores do que os observados em 2019. Como em novembro do ano passado, a diferença entre exportações e importações no Estado chegou a US$ 1,215 bilhão, houve aumento de 34,2% no saldo da balança comercial. Já no acumulado de janeiro a novembro (US$ 15,138 bilhões) o incremento foi de 8,3%.

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Quando considerado os volumes transportados, os resultados oscilaram. No mês anterior, o saldo foi de 10,419 milhões de toneladas contra 9,729 milhões de toneladas no mesmo mês um ano antes. Ou seja, alta de 7,09%. Já nos onze meses, os números foram de 121,139 milhões de toneladas neste ano e 123,004 milhões de toneladas no exercício anterior, queda de 1,5%.

Apenas as exportações de Minas Gerais somaram US$ 2,372 bilhões em novembro deste ano, enquanto na mesma época de 2019 o valor foi de US$ 1,999 bilhão. Isso significa aumento de 18% entre os períodos. Em termos de volume, foram comercializados 11,481 milhões de toneladas neste ano e 10,585 milhões de toneladas em igual mês do ano anterior, representando alta de 8,6%.

Já no intervalo de janeiro a novembro deste exercício, as vendas do Estado ao mercado externo somaram US$ 23,524 bilhões. Nos mesmos meses de 2019, o montante foi de US$ 23,382 bilhões. Isso significa pequeno incremento de 0,6%. Neste ano, foram embarcados 130,9 milhões de toneladas contra 132,5 milhões de toneladas no exercício anterior, ou seja, queda de 1,25%.

No décimo primeiro mês de 2020, o Estado importou US$ 741 milhões e em igual mês de 2019 foram US$ 784 milhões, representando baixa de 5,5%. Em volume, foram 1,062 milhão de toneladas sobre 856 mil toneladas, incremento de 24%.

No ano, Minas gastou US$ 7,127 bilhões com compras no mercado internacional, enquanto no exercício passado foram US$ 8,244 bilhões. Isso significa recuo de 13,5%. Ao todo, foram comprados 9,773 milhões de quilos neste ano e 9,575 milhões de quilos em 2019, levando a um incremento de 2%.

Produtos – Segundo o Ministério da Economia, os embarques de minério de ferro somaram US$ 930,9 milhões em novembro e no mesmo mês de 2019 chegaram a US$ 599,8 milhões: alta de 55%. Em volume, Minas embarcou 10,301 milhões de toneladas de minério neste ano e 9,258 milhões de toneladas um ano antes (11,2%).

Em 2020, a exportação do minério de ferro já totaliza US$ 8,545 bilhões sobre US$ 7,534 bilhões em 2019 (+13,4%).  Ao todo, foram 113,7 milhões de toneladas frente a 116,8 milhões de toneladas de um exercício para o outro (-2,6%).

Já as remessas de café ao exterior somaram US$ 465 milhões sobre US$ 323 milhões sempre na comparação entre novembro, o que indica alta de 44%. Ao todo, foram 212 mil toneladas no mês passado contra 148 mil toneladas em igual mês de 2019 (42%). No acumulado do ano, foram US$ 3,38 bilhões e 1,508 milhão de toneladas da commodity ante US$ 3,202 bilhões e 1,484 milhão de toneladas (1,6%).

Camex zera imposto de armas

Brasília – A Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou o imposto na importação de revólveres e pistolas, de acordo com resolução publicada ontem no Diário Oficial da União, em medida que passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2021. A mudança na alíquota, que era de 20%, foi comemorada pelo presidente Jair Bolsonaro em suas redes sociais.

“A Camex editou resolução zerando a alíquota do imposto de importação de armas (revólveres e pistolas). A medida entra em vigor no dia 1º de janeiro de 2021”, escreveu, ao lado de uma foto sua em um estande de tiro. As mudanças que facilitam a compra e o porte de armas no país são parte das promessas de campanha do presidente, um defensor do armamento da população.

Desde que assumiu o cargo, Bolsonaro já assinou mais de 20 atos que facilitam a compra e a posse de armas no país. Também aumentou a quantidade de munição que pode ser comprada por colecionadores e pessoas com porte e derrubou instruções normativas do Exército que ampliavam o rastreamento de armas e munições.

Uma de suas primeiras medidas, ainda em maio de 2019, foi editar um decreto que facilitava o registro, posse, transporte e a venda de armas, inclusive a importação, e aumentava o limite para aquisição de munição por colecionadores, atiradores e caçadores, além de proprietários rurais.

Depois de reação do Congresso, o decreto foi retirado por modificar questões que só poderiam ser alteradas pelo Legislativo. Aos poucos, no entanto, partes foram sendo republicadas, como a questão das munições, ou foram aprovadas pelo Congresso, como a extensão do porte em propriedades rurais. (Reuters)

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