COTAÇÃO DE 17/09/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,2820

VENDA: R$5,2820

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3100

VENDA: R$5,4500

EURO

COMPRA: R$6,2293

VENDA: R$6,2322

OURO NY

U$1.754,86

OURO BM&F (g)

R$298,96 (g)

BOVESPA

-2,07

POUPANÇA

0,3012%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia zCapa
Crédito: REUTERS/Paulo Whitaker
Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

Assim como tem ocorrido em outros setores da economia, o segmento de veículos vem mostrando uma recuperação crescente após perdas significativas oriundas dos reflexos da pandemia da Covid-19. Entretanto, mesmo assim, a área ainda não conseguiu recuperar as vendas do pré-crise.

Os números comprovam essa realidade. Em Minas Gerais, em setembro, as vendas de veículos apresentaram um avanço de 24,87% na comparação com o mês de agosto, com 54.548 comercializações. Em Belo Horizonte, no mesmo período, o incremento foi de 33,22% e 35.081 vendas realizadas. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

PUBLICIDADE

Apesar de, mês a mês, o setor estar ganhando força, os números ainda são negativos quando utilizadas outras bases de comparação.

Em Minas Gerais, no mês passado, a comercialização de veículos caiu 11,37% em relação a setembro de 2019, quando foram realizadas 61.548 vendas. Em Belo Horizonte, no mesmo período, a retração verificada foi de 17,74%, uma vez que, em setembro de 2019, foram feitas 42.649 comercializações.

No acumulado do ano, as quedas são ainda mais representativas do que na comparação mensal. De janeiro a setembro de 2020, a retração nas vendas de veículos no Estado chegou a 35,88% em relação ao mesmo período de 2019. Em Belo Horizonte, por sua vez, o recuo foi de 43,57%.

Os números do acumulado do ano, inclusive, mostram como o setor sofreu com a crise decorrente do coronavírus, que se iniciou em março deste ano no País. Para se ter uma ideia, em abril, por exemplo, mês em que as medidas de isolamento social foram mais intensas, as vendas de veículos em Minas Gerais caíram 61,49% em relação a março e, em Belo Horizonte, 70,87%.

Números por segmentos – Os dados da Fenabrave também revelam que, em Minas Gerais, o segmento que mais cresceu em setembro na comparação com agosto foi o de comercial leve (36,85% e 8.935 vendas).

Logo depois da categoria de comercial leve vêm os automóveis (30,82% e 34.281 vendas), ônibus (25% e 195 vendas), moto (5,57% e 7.887 vendas) e outros (4,9% e 1.949 vendas).

Por outro lado, duas categorias apresentaram queda no Estado nessa mesma base de comparação. A maior foi registrada em caminhão (-11,92% e 842 vendas), seguida de implemento rodoviário (-10% e 459 vendas).

Já em Belo Horizonte, no mesmo período, as vendas mais representativas foram as de caminhões (67,74% e 156 vendas).

O segundo lugar, por sua vez, ficou para comercial leve (49,08% e 5.947 vendas), seguido por automóveis (33,94% e 27.463 vendas), ônibus (23,08% e 32 vendas) e outros (1,16% e 87 vendas).

Do lado das quedas, na mesma base de comparação, a maior delas foi observada em implemento rodoviário (-50% e 12 vendas). O outro recuo foi verificado no segmento de moto (-14,14% e 1.384 vendas).

Licenciamentos também crescem no País

São Paulo – Os licenciamentos de veículos novos tiveram mais um mês de desempenho positivo em setembro, avançando 13,3% na comparação com agosto, apesar de problemas no setor de autopeças que limitaram a oferta em alguns segmentos, segundo dados divulgados, na sexta-feira (2), pela associação de distribuidores Fenabrave.

Os emplacamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus no País em setembro somaram 207,74 mil unidades, maior volume do ano, puxados pelo segmento de comerciais leves, que, além de vans comerciais, é formado por picapes e utilitários esportivos.

“A cada mês que passa, conseguimos observar que o mercado vem retomando os volumes e se readequando ao que se convencionou chamar de novo normal”, disse o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, em comunicado à imprensa.

Segundo ele, o desempenho também foi impulsionado pelos impactos da pandemia, “que tem feito as pessoas optarem pelo transporte individual, em vez do coletivo”.

Ele porém afirmou que o segmento de caminhões voltou a enfrentar gargalos de produção, causando desabastecimento e queda nas vendas, que recuaram 8,3% na comparação com agosto e 20,3% sobre setembro do ano passado.

Na quinta-feira, o secretário especial de competitividade do governo federal, Carlos da Costa, afirmou que a recuperação do setor industrial tem sido muito acima do esperado, o que tem gerado problemas na cadeia de suprimentos, algo que tende a ser resolvido pelo próprio setor nos próximos meses.

As vendas de caminhões novos em setembro somaram 7,41 mil unidades, acumulando no ano 62,6 mil veículos, queda de 16,2%, segundo os dados da Fenabrave. “O mercado de caminhões continua com uma forte demanda, em todos os seus subsegmentos, e não foi melhor pelos problemas gerados na produção, causados, ainda, pela falta de componentes e pela baixa capacidade de produção nos seus principais fornecedores”, afirmou o presidente da Fenabrave. (Reuters)

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!