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1º Café com negócios destaca potenciais de atração do Estado

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É preciso falar mais sobre Minas, afirma Adriana Prates - Crédito: Divulgação
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Aconteceu ontem, na sede da Dasein Executive Search, no bairro São Bento, região Centro-Sul de Belo Horizonte, o “1º Café com negócios: Minas pode mais”. O evento reuniu executivos mineiros, gestores de pessoas, o diretor da The Association of Exectutive Search anda Leadership Consultants (AESC), Brian Glade – pela primeira vez em Belo Horizonte -, o assessor estratégico do vice-governador, Paulo Brant, e especialista em atração de investimentos estrangeiros, Marcos Mandacaru. A AESC, com sede nos EUA, é a principal entidade de executive search e desenvolvimento de lideranças do mundo.

Durante a reunião foram apresentados os indicadores do Estado e as possibilidades de atração de empresas e executivos. Aeronáutica e defesa; agricultura tecnológica; indústria automotiva; eletroeletrônicos e tecnologia da informação e comunicação (TIC); ciências da vida; educação e centros de inovação foram alguns dos setores apontados.

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“Belo Horizonte é capaz de captar grandes executivos porque atrai também grandes empresas. A partir do momento que conhecem, querem vir. Mas nós precisamos falar mais sobre isso, sobre as qualidades da nossa cidade e do nosso Estado. Desenvolvemos uma técnica para mostrar a qualidade dos nossos clientes e de Belo Horizonte e de Minas Gerais”, explica a presidente da Dasein, Adriana Prates.

Entre as características do Estado foram pontuadas como: segundo lugar na indústria extrativista do Brasil, atrás do Rio de Janeiro; e também na indústria de transformação, tendo à frente São Paulo. Outros pontos importantes levantados foram: 66% da produção de café do Brasil; segundo maior produtor agropecuário e gerador de empregos em serviços relacionados ao setor no Brasil; segunda maior concentração de indústrias de eletroeletrônicos e de ITC no País, com destaque para Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas; mais de 980 companhias do setor de Ciências da Vida instaladas no Estado; 15% das empresas do setor farmacêutico; 13% das indústrias de equipamentos médicos; 11 universidades federais e 49 universidades privadas; entre outros números.

“O Brian veio de Virgínia anteontem em uma visita de gentileza e ele sai daqui sabendo que temos grandes escolas, executivos incríveis e infraestrutura. Somos uma consultoria com certificação global com sede aqui e o pessoal da AESC nunca tinha pensado nisso. Eu que sempre vou para São Paulo para fazer reuniões. Esse tipo de iniciativa tem que acontecer muito mais. Acredito que atingimos as expectativas e, principalmente, em relação a essa integração”, completa a executiva.

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