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Aurora inicia projeto de usina fotovoltaica orçado em R$ 6 bi no Norte do Estado

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A Aurora Energia alcançou o marco da maior licença ambiental do País, atingindo o volume de 1.357 megawats (MW) | Crédito: Divulgação

Os projetos da Aurora Energia para instalação de parques de geração de energia fotovoltaica em Minas Gerais somam cerca de R$ 9 bilhões nos próximos anos. Em abril, a empresa obteve o licenciamento para dar início a um dos projetos, orçado em R$ 6 bilhões, que será instalado no município de Jaíba, no Norte de Minas, com o início da operação em 2022.

De acordo com o CEO da Aurora Energia, Fabrício Lopes, com a aprovação, a empresa chegou ao marco da maior licença ambiental do País, atingindo o volume de 1.357 megawats (MW) aprovados no Estado. Conforme ele, a Aurora já conseguiu todas as licenças de anuências necessárias da outorga de energia por 35 anos.

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Apenas sobre o parque a ser instalado em Jaíba, Lopes informou que o projeto foi dividido em três etapas. A primeira fase compreende a construção de 17 unidades fotovoltaicas, totalizando 680 MW, gerando 840 MW pico, e prevê aportes de R$ 3 bilhões. O cronograma prevê o início da instalação em janeiro de 2021 e a operação em julho de 2022.

“Ao todo, serão de 12 a 18 meses de construção das usinas. Por enquanto, o cronograma está mantido e não existe a intenção de alterar qualquer data, por mais que tenhamos hoje o desafio da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no Brasil”, garantiu.

A evolução para a segunda e terceira fases depende da disponibilidade de conexão. De acordo com o executivo, a segunda etapa estima investimentos de mais R$ 2 bilhões e a terceira superior a R$ 1 bilhão.

“Ao todo, são 5.500 hectares de área disponível. A terceira e última fase do projeto contempla quase 2 gigawatts de potência instalada”, destacou. Em termos de empregos, apenas na primeira fase serão 500 empregos diretos e pelo menos 1.000 indiretos.

Arinos – O outro projeto será instalado na cidade de Arinos, também no Norte de Minas Gerais. Com orçamento total de R$ 3 bilhões, apenas a primeira etapa do projeto terá capacidade de geração de energia de 412 MW e a segunda etapa de 500 MW. Neste caso, o cronograma de operação está previsto para 2023.

“Somos a primeira empresa a ter licenciamento de grande porte em Arinos. Já conseguimos a licença para a primeira etapa e a expectativa é de que as operações ocorram a partir de 2023, a depender também das conexões”, explicou.

Sobre o interesse e os investimentos vultosos em Minas Gerais, o CEO destacou que Norte do Estado é um excelente lugar para a geração de energia solar fotovoltaica, pois tem níveis de insolação próximos às melhores regiões do planeta. Neste sentido, ele lembrou que a incidência do sol na região sempre foi considerada um castigo diante da seca histórica, mas que agora a população lida com a expectativa de receber grandes investimentos no aproveitamento da fonte limpa.

“Minas tem grande potencial e mais uma vez foi agraciada. Tem tamanho e recursos naturais elevados e agora consegue aproveitar a junção dos níveis de insolação do Norte do País, com infraestrutura e demanda do Sudeste”, finalizou.

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