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Objetivo é levar a metodologia desenvolvida pela Thomas Jefferson para outras escolas - Créditos: Mauro Marques

Criado em 1963, o centro binacional Casa Thomas Jefferson, com unidades em Brasília e Uberlândia (Triângulo Mineiro), expande as atividades através do lançamento do programa Thomas Bilíngue for Schools (TBS). O objetivo é levar a metodologia desenvolvida pela Thomas Jefferson para escolas de todo o País. Até agora, 17 já aderiram.

De acordo com a gerente da unidade Thomas de Uberlândia, Vanessa Firmino, o programa consiste em uma consultoria para as escolas, por meio da qual é oferecida toda a metodologia, treinamento dos professores e material de apoio.

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“O programa pode ser aplicado desde a educação infantil, a partir dos três anos, até o nono ano. Vai depender do que a escola quer. Não apenas vendemos o produto. Nossos consultores têm encontros on-line quinzenais com os professores e vamos para dentro de sala para observar as aulas. Os alunos são separados por nível escolar. Portanto, permanecem nas suas turmas de origem. No programa bilíngue o inglês é ensinado através de disciplinas acadêmicas”, explica Vanessa Firmino.

Diferentemente de uma escola bilíngue, onde parte do conteúdo é dada em inglês, o programa bilíngue mantém a grade curricular em português e adiciona aulas diárias em inglês, que são ministradas a partir de conteúdos acadêmicos.

“No caso do TBS não damos aulas de inglês, como acontece nas escolas que oferecem carga horária estendida de língua estrangeira. Nós damos aulas em inglês de conteúdos acadêmicos sem prejuízo do currículo formal em português. Dessa forma, nossos alunos não aprendem com o método tradicional que privilegia a gramática, mas com conteúdos que fazem parte da sua formação”, pontua a gerente da unidade Thomas de Uberlândia.

A escola adere ao programa e paga de acordo com o número de alunos participantes. Ela pode incluir como disciplina obrigatória no currículo regular e cobrar esse custo dentro de mensalidade, ou levar, como na maioria dos casos, o ensino bilíngue para os alunos do integral ou para os do turno normal, no contraturno, a partir de adesão.

Para 2019, não está prevista expansão da Casa Thomas Jefferson por meio de unidades físicas. A meta é distribuir o TBS e outros programas da rede por escolas de todo o País.

“Muita gente nos pede, mas como uma instituição sem fins lucrativos, a Thomas Jefferson não pode franquear a marca. Cada inauguração é um grande esforço financeiro e demanda muita energia. Buscamos sempre as últimas tendências de mercado, apostamos alto em tecnologia e na formação continuada dos nossos professores. Entendemos agora que levar nossa metodologia e valores através dos programas é a melhor forma de alcançarmos o Brasil todo”, completa a executiva.

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