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Ceduc passa a integrar Programa de Incentivo à Aprendizagem de MG

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O “Descubra!” é uma aliança intersetorial entre agentes públicos e privados | Crédito: Divulgação

Criado em 2005, com o objetivo de promover o desenvolvimento humano e transformar os sonhos de adolescentes, jovens e adultos em possibilidades de vida, o Centro de Educação para o Trabalho (Ceduc) Virgilio Resi, instalado no bairro Heliópolis, na região Norte de Belo Horizonte, passou a integrar – em agosto – a Rede de Proteção da Criança e do Adolescente de Belo Horizonte.

Com seu Programa Jovem Aprendiz, o Ceduc passa a participar do Programa de Incentivo à Aprendizagem de Minas Gerais (Descubra!). De acordo com a analista comercial do Ceduc, Valéria Durães, o objetivo é utilizar toda a expertise desenvolvida pelo centro de educação para ajudar esses jovens a se inserirem no mercado de trabalho. Valéria Durães é responsável por encontrar empresas que queiram se tornar parceiras da instituição.

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“O Descubra! é uma aliança intersetorial entre agentes públicos e privados em prol de uma parcela da juventude em extrema vulnerabilidade social. É uma rede de proteção social para jovens que estão ou que já saíram de uma situação de acolhimento institucional, por exemplo. O Ceduc foi convidado para aderir à rede. Como a gente trabalha com aprendizagem, entramos aí. São cursos e oficinas de introdução ao trabalho. Hoje, atendemos 22 jovens através de recurso do Ministério Público”, explica Valéria Durães.

A missão, porém, vai muito além. Mais do que formar tecnicamente esses jovens, é necessário e urgente entendê-los em uma dimensão holística do ser humano. A falta de oportunidades de trabalho, aliada à evasão escolar e à mortalidade precoce da juventude em consequência da violência, é um dos grandes desafios da sociedade brasileira e traz consequências graves para o futuro e o desenvolvimento do País. De acordo com o Atlas da Violência 2019, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), dos 65,6 mil homicídios ocorridos no Brasil em 2017, 35,7 mil vítimas eram jovens entre 15 e 29 anos.

“Não basta uma formação. Temos que entender esses jovens como indivíduos completos. Alguns vão precisar de um reforço escolar, outros de uma intervenção junto às famílias, muitos de um atendimento psicopedagógico, por exemplo. Nesse momento delicado que enfrentamos uma pandemia, ainda mais. Esta é uma oportunidade para discutimos políticas públicas para os jovens em extrema vulnerabilidade. Estamos aprendendo muito”, completa a analista.

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