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Crédito: Manoel Evandro/Arquivo Pessoal

Completa hoje um mês que o comércio de Belo Horizonte, exceto nos ramos considerado essenciais, está fechado e as perspectivas, segundo avaliação do prefeito Alexandre Kalil, são de que uma reabertura gradual e seletiva poderá ter início no dia 25.

Tudo, é claro, dependendo da evolução da pandemia que, na cidade, acredita-se que por conta das medidas de isolamento social adotadas precocemente tem sido mais favorável que em outras capitais.

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Apesar das controvérsias a respeito, na realidade uma inaceitável politização de questão que deveria ser abordada exclusivamente a partir de rigorosos critérios técnico-científicos, os fatos sugerem que as primeiras e mais importantes tarefas, assegurar a melhor assistência médica possível e poupar vidas, foi a melhor decisão, mesmo que o preço a ser pago seja bastante alto.

Os horizontes permanecem nublados, ninguém de juízo pode ter a pretensão de antecipar o que acontecerá nos próximos meses ou quando voltaremos à normalidade.

Basta perceber como tem variado as estimativas sobre qual seria, entre nós, o momento de pico da pandemia, com maior número de fatalidades, mas igualmente indicativo de que a partir daquele momento as medições se estabilizariam e as curvas mudariam de direção.

Um alívio aguardado, mesmo que não se saiba – e no mundo inteiro – se poderia vir uma segunda onda, mais forte ou mais fraca, de qualquer forma ameaçadora.

São tantas e tão grandes as incertezas que opção por um processo escalonado, testando áreas mais ou menos sensíveis, com avanços, mas também considerando a possibilidade de recuos, parece ser a recomendação do bom senso. Ou rumo impositivo, conforme entendem, no geral, o prefeito de Belo Horizonte, seus colegas e o governador Romeu Zema e de todos eles se pode dizer, até agora, que foram vitoriosos na sua estratégia.

E tudo isso sem perder de vista o que virá depois, na forma da conta que terá que ser paga. E não será, acreditemos, questão de optar por uma coisa ou outra.

A economia em todo o mundo já sofreu fortíssimo baque, o que não é diferente em Minas e no Brasil. Embora muitos agentes públicos ainda se comportem como se não tivessem a dimensão da realidade, o day after será como que um recomeçar de proporções, por sua escala global, inéditas, demandando esforços, mudança de foco e de atitude, num processo de reconstrução que, conforme já assinalaram organismos como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (Bird), poderá exigir o redesenho da ordem econômica mundial.

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