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Reabertura gradual do comércio em BH será definida na próxima sexta-feira

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Crédito: Mara Bianchetti
Crédito: Mara Bianchetti

A decisão final sobre a flexibilização das medidas de distanciamento social no combate ao novo coronavírus (Covid-19) na capital mineira será anunciada na próxima sexta-feira (22) pelo Comitê de Enfrentamento à pandemia da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH).

A expectativa é que a reabertura das atividades comerciais da cidade ocorra de maneira gradual, mas, conforme o prefeito Alexandre Kalil (PSD), vai depender da manutenção do isolamento social pela população no decorrer desta semana.

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Segundo o prefeito, os números dos últimos dias mostram relaxamento das pessoas, principalmente nos dias de semana, o que está colocando em risco a possibilidade de reabertura das atividades, mas enfatizou que ainda há tempo para reverter a situação.

Desde o início da quarentena, os números do isolamento na Capital giram em torno de 50%. Hoje, estão em 40% e aos finais de semana ficam entre 60% e 65%.

“O isolamento está diminuindo e isso me preocupa muito. Eu peço à população que fique em casa. Temos uma chance grande de começar um processo de flexibilização gradual, científica e responsável em Belo Horizonte na próxima segunda (25). Mas se a ciência, ao invés de recomendar abrir, falar que é lockdown, eu venho anunciar”, disse em entrevista coletiva.

Kalil voltou a dizer que ele também tem grande interesse na retomada das atividades da cidade e enfatizou que o município perde R$ 109 milhões por mês com o distanciamento social que tem, entre outras medidas, a suspensão de alvarás de funcionamento de atividades não essenciais na cidade.

Na mesma coletiva, quando questionado quais os setores poderão ser reabertos e os critérios que estão sendo utilizados para defini-los, o secretário municipal de Saúde, Jackson Pinto Machado, disse que a lista ainda não foi concluída e que, mais uma vez, prevalecerá a ciência.

“Eles serão analisados sobre o número de pessoas empregadas e a quantidade de dinheiro circulante, mas sempre levando em conta também o risco sanitário de cada atividade. Não achamos nada, medimos com critérios técnicos”, respondeu.

Vale lembrar que a curva epidemiológica da cidade é um dos pontos considerados pelo Comitê – que é formado pelos secretários municipais das áreas de Saúde, Planejamento, Desenvolvimento Econômico e Fazenda, além de infectologistas – para a decisão final sobre a reabertura ou não do comércio. Atualmente, a ocupação dos leitos de UTI exclusivos para pacientes com coronavírus está em 52%.

Neste sentido, Machado disse que a cidade está em nível de alerta amarelo, que aponta a expansão da pandemia em Belo Horizonte, porém com ocupação dos leitos de UTI dentro dos limites aceitáveis. Assim, conforme ele, “se a flexibilização gradual fosse hoje, ela aconteceria”.

Reuniões – Na última semana, o presidente do Sindicato de Lojistas de Belo Horizonte (Sindilojas-BH), Nadim Donato, que juntamente com representantes de outras entidades e da Câmara Municipal, participa das reuniões semanais do comitê da PBH, revelou ao DIÁRIO DO COMÉRCIO que lojas de móveis, colchões, decoração, armarinhos, produtos de higiene e bicicletas poderão ser as primeiras a serem reabertas na capital mineira.
Segundo Donato, reuniões realizadas duas vezes por semana discutem as atividades prioritárias e a maneira como a flexibilização deverá ocorrer.

“Há uma série de setores sendo avaliados para essa primeira fase, no dia 25. Alguns possuem chance maior de serem liberados, por suas próprias características. As lojas de móveis, colchões e decoração, por exemplo, são amplas e bem arejadas e, possivelmente, não terão aglomeração. Os armarinhos e de higiene, por comercializarem itens essenciais, e as de bicicletas, pois muitas pessoas estão usando estes equipamentos para se locomover”, explicou.

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