Betim entra no radar dos empreendimentos de alto padrão e terá outro condomínio Alphaville

Cidade é a única do Estado com dois empreendimentos da marca, que possui outros três espaços em terras mineiras
Betim entra no radar dos empreendimentos de alto padrão e terá outro condomínio Alphaville
Foto: Divulgação Alphaville

O município de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), está na rota dos empreendimentos de luxo. A cidade terá mais um condomínio de alto padrão da marca Alphaville. Após o sucesso de vendas do primeiro loteamento no município, outro empreendimento será lançado em novembro: o Terras Alpha Betim. Com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 200 milhões, o novo empreendimento pretende oferecer urbanização e qualidade de vida para atender a um público de maior poder aquisitivo.

Além do Terras Alpha Betim e do Alphaville Betim, Minas Gerais conta com outros três empreendimentos da marca, localizados em Uberaba, Nova Lima, onde está o mais antigo, e Vespasiano, no caminho para o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte (BH Airport), em Confins.

A escolha de Betim para receber outro empreendimento Alphaville não foi por acaso. Segundo o superintendente comercial da Alphaville, Eleno Santos, a cidade reúne qualidades e características que atendem aos requisitos para a implantação de outro empreendimento voltado ao público de alto padrão.

“Identificamos Betim como um grande vetor de expansão urbana de Belo Horizonte. Considerando as atividades do entorno, há ali um grande potencial de investidores e clientes que sempre quiseram morar em um produto de alto padrão, mas nunca tiveram essa opção na região. Betim tem 430 mil habitantes, não é uma cidade pequena. Fizemos o primeiro (em 2022), deu muito certo, e agora estamos lançando o segundo, que, por incrível que pareça, é ainda melhor, mais bonito e mais moderno”, disse.

“Fuga”

O público interessado na aquisição de um dos lotes do novo Alphaville busca fugir das grandes aglomerações dos centros urbanos, sem abrir mão das facilidades e comodidades oferecidas nessas regiões. Pensando nisso, o Terras Alpha Betim terá infraestrutura voltada às necessidades dos futuros moradores, sem comprometer a tranquilidade do espaço.

“O cliente busca sair dos grandes centros e ir para um lugar tranquilo, e encontra no nosso produto segurança, qualidade de vida e lazer completo. Entregamos todas as salas e ambientes sociais decorados, o que também chama a atenção”, explica o superintendente comercial da Alphaville, Eleno Santos.

Regras e parcerias

O futuro morador de um condomínio Alphaville vai encontrar lotes a partir de 360 m² para a construção de sua casa. Todavia, há algumas regras para as edificações que visam manter a harmonia do espaço como um todo. Um exemplo é que as regras construtivas impedem casas coladas umas nas outras.

Essas normas para os moradores têm mais um propósito: ser um urbanizador com organização e qualidade, pois assim pode atrair, para dentro e para o entorno do empreendimento, segmentos comerciais e de serviços que atendam a população e as famílias dos 400 lotes que serão vendidos, o que pode gerar uma população de 1.500 moradores.

“Dentro do empreendimento, já temos relação com fornecedores, como os de equipamentos esportivos de ponta para a academia. Mas o principal é que, quando consolidamos uma região com moradia, levamos para lá uma população circulando diariamente, com bom potencial aquisitivo. Isso atrai outros comércios automaticamente”, disse Eleno Santos, do Alphaville.

Sem bancos

De acordo com o superintendente comercial do Alphaville, Eleno Santos, o modelo de vendas e financiamento da marca incentiva a compra, pois a própria empresa financia e comercializa seus loteamentos sem a intermediação dos bancos. Isso facilita a compra para o cliente, evita taxas bancárias elevadas e ainda dá uma boa margem para o negócio.

“O cliente compra diretamente conosco, sem depender de banco. Imagine comprar financiado um lote para construir sua casa, sem juros. Isso chama muito a atenção. Um terreno de rua não oferece nada disso. O cliente paga mais caro e precisa pagar à vista ou recorrer a financiamento bancário com juros elevados. No nosso caso é muito mais fácil, e temos muito controle dessa parte econômica e financeira. O cliente se encanta não só pelo produto, mas pela facilidade financeira de adquiri-lo”, conclui o superintendente.

Sobre o autor

Anderson Gonçalves

Jornalista desde 2002, especialista em Projetos Editoriais e campanhas políticas. Desde 2025 é repórter de economia e negócios no Diário do Comércio.


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