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Parte do Circuito Turístico Serras Verdes do Sul, Gonçalves se tornou verdadeiro reduto de visitantes paulistas - Torrubia Roberto

A pequena Gonçalves, no Sul de Minas, com seus pouco mais de 4,3 mil habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para este ano, vem consolidando uma posição de destaque nos segmentos de ecoturismo e turismo rural em Minas Gerais. As pedras, cachoeiras e trilhas promovem oportunidade ideal para quem quer se conectar à natureza. A cidade, que tem cerca de 1,2 mil leitos disponíveis em sua rede de hospedagem, recebe, entre os dias 1º a 4, 9 a 11 e 15 a 18 de novembro, a 7ª edição do Festival de Gastronomia e Cultura da Roça.

Parte do Circuito Turístico Serras Verdes do Sul de Minas – junto com Bom Repouso, Bueno Brandão, Cachoeira de Minas, Camanducaia, Cambuí, Conceição dos Ouros, Congonhal, Consolação, Córrego do Bom Jesus, Estiva, Extrema, Itapeva, Munhoz, Natércia, Paraisópolis, Sapucaí-Mirim, Senador Amaral, Tocos do Moji e Toledo -, Gonçalves tem se tornado um reduto de segunda residência de famílias paulistas.

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De acordo com a diretora municipal de Turismo e Cultura de Gonçalves, Marília Ribeiro de Souza Lima, hoje o turismo é a principal atividade econômica da cidade. “Há 20 anos, era a agricultura, mas o turismo foi tomando importância e ganhando estrutura em Gonçalves. Trabalhamos o ecoturismo, o turismo de contemplação, de aventura e o gastronômico. O principal público é formado por casais. Como as pousadas ficam na zona rural, há um clima muito aconchegante, sem a confusão da cidade. São pessoas que querem o contato com a natureza de uma forma despojada. Nas férias escolares, recebemos muitas famílias e, no festival, recebemos todos os tipos de público”, explica Marília Lima.

O tema da edição 2018 do Festival é “Em Minas é assim!”. Realizado costumeiramente no Centro Recreativo, área central da cidade, pela Associação Pró-Turismo de Gonçalves (Gonçalvestur), neste ano o evento foi transferido para o Ginásio Poliesportivo, também no centro, mas em local mais amplo e com facilidades de estacionamento. Serão 21 estandes no pavilhão, sendo 16 barracas de comidas da roça, de experiências gastronômicas da região da Mantiqueira e também comidas vegetarianas e veganas, além de dois estandes de produção associada ao turismo (um sítio e o Projeto Sabores da Mantiqueira) e três estandes de bebidas. A expectativa é que participem do evento entre 12 mil e 15 mil pessoas.

“A maior parte dos nossos restaurantes foram casas de roça adaptadas e temos também alguns chefs que trabalham na cidade. Nossa gastronomia é muito diversificada, indo do típico ao contemporâneo, abrangendo todas as faixas de preço. O festival é muito importante, porque valoriza os produtos da roça e promove o intercâmbio entre os profissionais da gastronomia. Outro ponto interessante é que as mesas são coletivas, promovendo a socialização também entre os participantes, especialmente os turistas”, afirma a diretora municipal de Turismo.

Mão de obra – Para atender todo esse movimento que tem picos durante os eventos, feriados prolongados e nas férias, além do mês de junho, uma mão de obra qualificada é imprescindível. A pequena população, muitas vezes, não dá conta de atender a demanda e muitos postos de trabalho são ocupados por moradores de cidades vizinhas.
“Costumo dizer que em Gonçalves não trabalha quem não quer, mas isso não quer dizer que podemos abrir mão da qualificação constante. Trabalhamos a mentalidade das pessoas e temos parceria com o Sistema S”, pontua a gestora.

Gonçalves está há cerca de 500 quilômetros de Belo Horizonte e o acesso se dá pela BR-381, até Cambuí, e mais 28 quilômetros por estrada de terra, ou também pela BR-381, até Pouso Alegre, e mais 80 quilômetros por estrada asfaltada. Quem preferir ir de ônibus deve pegar uma linha até Pouso Alegre e lá fazer a baldeação para Gonçalves. São vários horários diários entre as duas cidades do Sul de Minas.

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