Saiba quais foram as dez cidades de Minas Gerais que mais geraram empregos formais no primeiro semestre

Capital mineira manteve a liderança na criação de vagas com carteira assinada no Estado, apesar da desaceleração em relação ao mesmo período do ano passado
Saiba quais foram as dez cidades de Minas Gerais que mais geraram empregos formais no primeiro semestre
Foto: Reprodução/ Adobe Stock

Belo Horizonte foi a cidade com maior geração de empregos formais em Minas Gerais no primeiro semestre deste ano, com 13,8 mil postos de trabalho. Apesar da liderança no ranking, a capital mineira registrou queda de 30,6% no índice em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram criados 19,9 mil postos de trabalho no município. Os dados constam no novo painel do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado no último dia 29.

Betim (5,5 mil) e Contagem (5,4 mil), ambas na Região Metropolitana (RMBH), aparecem no segundo e terceiro lugares, respectivamente. Na quarta posição figura Araxá, no Alto Paranaíba, com 2,5 mil aberturas de oportunidades formais de trabalho entre janeiro e junho de 2026. Montes Claros (2,2 mil), no Norte de Minas, completa o grupo das cinco cidades com melhor desempenho no Estado.

Cidades do Centro-Oeste, Triângulo e Sul de Minas estão no Top 10

  • 6º lugar – Nova Serra, no Centro-Oeste de Minas: 2,16 mil
  • 7º lugar – Nova Lima (RMBH): 2,13 mil
  • 8º lugar – Uberlândia, no Triângulo Mineiro: 2,12 mil
  • 9º e 10º lugar – Pouso Alegre e Extrema, respectivamente, ambas no Sul de Minas – 1,94 mil

Comércio registra desempenho negativo no semestre

Segundo o Caged, o setor de serviços foi o que mais contribuiu para a geração de postos de trabalho em Minas Gerais, com 45,8 mil oportunidades formais criadas entre janeiro e junho. Em seguida, aparecem a agropecuária (29,7 mil), a construção (18,3 mil) e a indústria (16,6 mil).

O comércio, por sua vez, foi o único setor com saldo negativo de empregos formais no período analisado, pois o número de desligamentos (340,2 mil) superou o de admissões (338,6 mil). O resultado aponta para uma retração líquida do emprego no setor.

Sobre o autor

Daniel de Andrade

Repórter do Diário do Comércio. Graduado em Jornalismo pela PUC Minas, com experiência em comunicação corporativa. 2º lugar no prêmio Adep-MG de jornalismo 2026


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