CRÉDITO:ALISSON J. SILVA

Em nota divulgada ontem, o presidente do Sistema Fiemg, Flávio Roscoe, declarou apoio à redução de 20% da contribuição das empresas para o Sistema S, divulgada pelo governo federal na última sexta-feira.

“A indústria afirma sua parcela de contribuição para a redução da carga tributária e para a retomada do crescimento econômico no Brasil”, afirmou.

“É hora de todos participarmos da construção de um novo Brasil. Essa é a bandeira da Fiemg, defendida desde o início deste novo governo”, afirma o presidente da entidade.

De acordo com o Ministério da Economia, a redução do compulsório pago pelas empresas brasileiras para o Sistema S fará parte da proposta de reforma tributária que será encaminhada pelo Executivo ao Congresso Nacional. Nela, todos os setores – indústria, comércio, transporte, agricultura – terão isonomia nas desonerações.

“A negociação, princípio fundamental de uma democracia madura, fez com que chegássemos a um denominador comum”, pontua Flávio Roscoe.

A desoneração de 20% sobre o compulsório, recolhido na folha de pagamento das empresas, que será proposta pelo governo incidirá sobre o Sesi, no caso do Sistema Indústria. Ela será gradual e ocorrerá ao longo de três anos, a partir da aprovação da reforma tributária. Dessa forma, o percentual que hoje é de 1,5% será de 1% ao final do processo e continuará sendo na forma de contribuição na folha de pagamentos.

“Neste contexto, reiteramos o compromisso público do Sistema Fiemg com os princípios da eficiência e da efetividade na gestão. Vamos fazer mais com menos”, garante Flávio Roscoe.

O presidente da Federação explica que a atual gestão da entidade está focada em defender os interesses do País e da indústria.

“O corte de 20% é uma evidência dessa atuação voltada para o diálogo com a sociedade”, diz. (Com informações da Fiemg)