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Indústria produtora de cal em Minas espera fechar 2021 com crescimento significativo

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#Economia| Imagem: Pexels / Arte: Will Araújo
#Economia| Imagem: Pexels / Arte: Will Araújo

Essencial à produção do aço, a indústria produtora de cal está vivendo uma realidade bem distinta da observada em outros setores. Embora não informe dados estatísticos sobre o nível de expansão desse segmento, Rodrigo Rezende Simões, presidente do Sindicato das Indústrias Produtoras de Cal e Gesso do  Estado de Minas Gerais (Sindcalge-MG), disse que o setor pode terminar 2021 registrando um  crescimento significativo. 

“Não diria que já tenhamos retomado o faturamento  pré-pandemia no primeiro semestre de 2021, mas acreditamos que a maioria das empresas não está mais com as contas no vermelho”,  explicou.

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O Sindcalge-MG, conforme Simões, representa 70% das maiores indústrias produtoras de cal no País. O aumento da demanda das indústrias siderúrgicas e  das ligadas à produção de celulose industrial,  que precisam da cal para  se manter ativas, fez, conforme Simões, com que a maioria das indústrias desse segmento estejam funcionando na capacidade máxima instalada. 

“Nossos clientes indicam que o mercado deve continuar muito aquecido. Dessa maneira, esperamos chegar ao final de 2021 registrando o crescimento do setor”, afirmou. 

Durante o período de epidemia, em que as atividades foram reduzidas significativamente,  a indústria de produção de cal sofreu com o aumento de alguns insumos como o coque de petróleo, cujo preço foi reajustado em mais de 100%. Outros insumos, como a energia elétrica, também tiveram o preço reajustado consideravelmente, obrigando os fabricantes de cal a absorver parte do reajuste dos custos, repassando-os gradualmente para seus produtos. 

“Assim, conseguimos manter o ritmo de consumo e hoje já repassamos os aumentos dos preços para os nossos clientes, não estando sofrendo prejuízos”, afirmou. 

Retomada

Embora o primeiro semestre de 2020 tenha  ocasionado a diminuição do ritmo de produção de cal,  as empresas adotaram medidas que evitaram grandes perdas financeiras e, conforme Simões, garantiram a manutenção da maior parte dos funcionários.

“Desse modo, com a retomada da demanda no primeiro trimestre de 2021, a maioria das indústrias  manteve quase o mesmo número de funcionários, adotando estratégias como entradas em turnos diferentes, afastamento de quatro cadeiras nos refeitórios.  Conseguimos  reduzir  quedas expressivas  no faturamento”, disse.

Ainda conforme Simões, embora a rotina produtiva das empresas desse segmento esteja sendo retomada aos poucos, os protocolos de mensuração de temperatura, a exigência do uso de máscaras e os horários escalonados de entrada e saída continuam ocorrendo. 

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