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Preço médio de imóveis comerciais cai na Capital

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Expectativa de setor é de que, com avanço da vacinação contra a Covid-19, preços de imóveis comerciais voltem a subir na Capital | Crédito: Charles Silva Duarte/Arquivo DC

Pesquisa feita por economistas da Fundação do Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com o ZAP, o maior portal digital de classificados de imóveis do País, revelou que, em maio, o preço médio de venda de imóveis comerciais com até 200m² caiu 0,65% em Belo Horizonte. O de locação de salas e edificações deste tipo também recuou 0,30%, ficando abaixo da média nacional.

A pesquisa FipeZap teve como base a análise de 1 milhão de imóveis anunciados no portal do ZAP e constatou queda de 0,41% nos valores médios de vendas de salas e conjuntos comerciais de até 200m² no País, enquanto o preço médio de locação desse segmento teve alta de 0,07%.

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De acordo com avaliação de  Eduardo Zylberstajn, coordenador do FipeZap, a pesquisa responsável pelo monitoramento de preços de venda e locação comercial no mercado imobiliário brasileiro não objetiva fazer uma investigação profunda, capaz de identificar os fatos que levaram à queda na capital mineira.

“O que podemos supor é que certamente a pandemia impactou no desempenho do mercado e é um dos fatores que ajudam a entender o movimento”, afirmou Zylberstajn.

Em relação à média nacional, os recuos nos valores observados na capital mineira, ainda conforme o coordenador da FipeZap, trazem um retrato muito sintético, mas escondem muita heterogeneidade.  “A média acaba sendo bastante influenciada por São Paulo e Rio de Janeiro, que têm peso alto no índice”, afirmou.

Segundo essa pesquisa, as maiores quedas nos valores de vendas de imóveis comerciais foram observadas nos bairros Santo Agostinho, Barro Preto, Lourdes, Serra, Prado e Savassi. Já para a locação, as maiores quedas foram observadas nos bairros Santo Agostinho, Savassi, Lourdes, Funcionários e Barro Preto.

“Sobre os preços variarem entre os bairros de Belo Horizonte, isso é reflexo da própria dinâmica do mercado local”, avaliou o coordenador.

Vacinação – Apesar do recuo nos imóveis com mais de 200m², Zylberstajn não está pessimista. Ele acredita que à medida que a vacinação contra o coronavírus aumente no País, a tendência é a retomada da economia.

 “Devemos sair da fase de incerteza econômica e ganhar mais tranquilidade à medida que a vacina vá ganhando fôlego, devemos sair da fase de incerteza econômica e ter uma tranquilidade maior. Entretanto, com a chegada do período eleitoral, isso pode voltar a influenciar os preços”, afirmou.

IGPM – Em relação ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM), que regulamenta os reajustes nos preços de locação de imóveis, para o coordenador da FipeZap, o ideal é que proprietários e inquilinos cheguem a um consenso na negociação. “Sem dúvida ele é um ponto de pressão adicional nos preços, que eventualmente impede o mercado de se ajustar livremente como deveria”, avaliou.

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