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Vendas de gasolina têm retração de 3,5% em Minas

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As vendas de combustíveis derivados de petróleo caíram 0,7% em agosto no Estado | Crédito: Charles Silva Duarte/Arquivo DC

As vendas dos combustíveis derivados de petróleo realizadas pelas distribuidoras em Minas Gerais diminuíram 0,7% em agosto deste ano comparado ao mesmo período de 2018, passando de 1,340 milhão de metros cúbicos para 1,330 milhão de metros cúbicos. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Apesar da redução, no acumulado do ano houve incremento de 3,6%, de acordo com as informações da ANP.

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Ainda na comparação de agosto deste ano com igual mês do ano passado, somente as vendas de etanol hidratado no Estado apresentaram crescimento. O aumento foi de 10,5%, passando de 243.840 metros cúbicos para 269.578 de metros cúbicos.

A maior queda nas vendas veio do óleo combustível. A redução em agosto deste ano, quando foram comercializados 9.239 metros cúbicos, em relação a agosto de 2018, quando as vendas chegaram a 19.270, foi de 52%.

Em seguida, vem a redução de 32,6% nas vendas de gasolina de aviação. Enquanto em agosto de 2018 as vendas foram de 426 metros cúbicos, em 2019 caíram para 287 metros cúbicos. O querosene de aviação teve redução de 5%, passando de 25.195 para 23.928.

Já o querosene iluminante apresentou queda de 23%, passando de 195 metros cúbicos para 150 metros cúbicos.

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A redução das vendas de GLP foi de 6%, caindo de 123.377 metros cúbicos para 115.944 metros cúbicos.

A queda nas vendas da gasolina C foi de 3,5%. Em agosto do ano passado, foram comercializados 287.405 de metros cúbicos, enquanto no mesmo período de 2019 foram 277.183 de metros cúbicos.

A menor redução nas vendas foi verificada no óleo diesel, que apresentou queda de 0,9%, passando de 640.401 de metros cúbicos para 634.607 de metros cúbicos.

Acumulado do ano – No acumulado do ano até agosto, o etanol hidratado liderou o crescimento nas vendas na comparação com o mesmo período de 2018. Em Minas Gerais, o incremento foi de 41,3%, passando de 1.440.231 de metros cúbicos para 2.034.488 de metros cúbicos.

Com um crescimento bem mais modesto, em seguida veio o óleo diesel, com incremento de 1,9%. Enquanto no acumulado do ano até agosto em 2019 foram comercializados 4.583.544 de metros cúbicos, no mesmo período de 2018 foram 4.498.86.

O crescimento do querosene de aviação foi ainda menor, de 0,2%, passando de 199.044 de metros cúbicos para 199.534 de metros cúbicos. A gasolina de aviação teve queda de 13,9%, de 3.066 para 2.641.

A maior queda nas vendas, por sua vez, foi verificada no óleo combustível, que apresentou decréscimo de 23,9%. No acumulado deste ano até agosto foram vendidos 79.088 de metros cúbicos, enquanto no mesmo período do ano passado foram comercializados 103.887 de metros cúbicos.

A maior redução depois do óleo diesel foi apresentada pelo querosene iluminante, sendo de 17,7%. Os números caíram de 1.444 metros cúbicos para 1.188 metros cúbicos.

Já a gasolina C apresentou redução de 11,4%. No acumulado do ano até agosto foram comercializados 2.188.430 de metros cúbicos, enquanto no mesmo período de 2018 foram registrados 2.469.757 de metros cúbicos.

Por fim, o GLP teve queda de 2,5%, passando de 895.236 para 873.157.

Venda de diesel segue em alta no País

São Paulo – As vendas de diesel no Brasil continuam a avançar em 2019, atingindo 37,9 bilhões de litros no acumulado do ano até o final de agosto, uma alta de 3,4% na comparação anual, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O forte desempenho do diesel ajuda a puxar o crescimento de 3,1% na comercialização total de combustíveis no Brasil em 2019, com pouco mais de 92 bilhões de litros vendidos nos oito primeiros meses do ano, informou a ANP.

Apenas em agosto, as vendas de diesel, o combustível mais consumido do País, somaram 5,28 bilhões de litros, avanço de 1,6% em relação a igual período de 2018.

O aumento nas vendas de diesel, combustível que foi impactado pela greve dos caminhoneiros em 2018, ajuda a compensar em 2019 a queda registrada na comercialização da gasolina, que acumula baixa de 3,7% no ano, com pouco menos de 25 bilhões de litros vendidos.

Etanol – Também contribuindo com o avanço nas vendas totais de combustíveis e compensando o recuo da rival gasolina, o etanol hidratado é quem possui a maior elevação percentual de consumo no período, com 14,5 bilhões de litros vendidos em 2019, alta de 25,8% na comparação anual, segundo a ANP.

A forte demanda pelo produto, mais competitivo que a gasolina em várias regiões, leva as usinas de cana a favorecerem o biocombustível no chamado mix de produção, que tem privilegiado o etanol em detrimento do açúcar.

“Esse crescimento reflete positivamente na participação do biocombustível na matriz de combustíveis do ciclo Otto, que atinge 48,1%”, disse em comunicado a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica). O ciclo Otto é constituído pela frota de veículos de passeio e carga leve.

Considerando apenas agosto, o avanço na comercialização do etanol foi mais tímido, de 2,48%, para 1,86 bilhão de litros. A tendência de enfraquecimento pode permanecer em setembro, com uma retração de 7,9% verificada nas vendas pelas usinas na primeira quinzena do mês, de acordo com dados preliminares da Unica. (Reuters)

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