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Rejeitos de mineração originam madeira plástica

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Crédito: Divulgação

Utilizada como material alternativo na construção civil, a madeira plástica apresenta potencial sustentável porque permite reciclar os resíduos poliméricos que demorariam anos para se decompor. A partir da ideia, um trabalho desenvolvido no Cefet-MG está produzindo um compósito (que é um conjunto de materiais que, unidos, possuem determinadas propriedades características) baseado em um polímero plástico, o Polietileno de Alta Densidade (Pead) e rejeito de mineração de ferro. O polímero é usado em diversas proporções da sua forma reciclada, e o rejeito, utilizado no processo, possui origem nas barragens de mineração, especificamente da barragem rompida em Mariana em 2015.

Dessa forma, é produzida a madeira plástica, um material de elevada resistência mecânica e a altas temperaturas, pode ser utilizado na produção de materiais de bens duráveis, como mesas e cadeiras, que pode substituir também materiais que são feitos a partir de madeira e possuem menor vida útil. “O compósito, que foi produzido e testado, traz utilidade aos rejeitos que ficam estocados em barragens, como os desastres de Mariana (2015) e Brumadinho (2019), e podem trazer danos irreversíveis na sociedade. Além disso, o projeto vem como uma alternativa à redução do impacto ambiental com o aproveitamento do lixo (plástico) descartado, caracterizando, assim, um projeto sustentável”, explica Clara Lechtman, estudante de Química do Cefet-MG.

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O projeto “Desenvolvimento de compósitos baseados em polietileno de alta densidade e rejeitos de mineração para utilização como madeira plástica”, que tem essa finalidade, está sendo produzido pela estudante Clara Lechtman e orientado pela professora Patrícia Patrício. O projeto de extensão e de iniciação científica Jr. é um dos finalistas da 18ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace). “Ter um projeto como finalista na Febrace representa um enorme reconhecimento de um trabalho árduo executado ao longo de todo o ano. Estou extremamente feliz, pois essa participação significa uma experiência válida que irá agregar à minha vida acadêmica”, resume Clara Lechtman.

Além do projeto, mais sete do Cefet-MG foram selecionados para apresentação na Febrace. A feira acontece na Universidade de São Paulo (USP) entre os dias 16 e 20 de março de 2020. A Febrace é um movimento nacional de estímulo ao jovem cientista, que todo ano realiza uma grande mostra de projetos. (Da Redação)

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