Rede havaiana Poke Nihoa abre primeira loja em Minas e planeja mais 10 unidades no Estado

Com faturamento de R$ 6 milhões em 2025, Poke Nihoa investe R$ 550 mil na primeira unidade no Estado, em Uberlândia.
Rede havaiana Poke Nihoa abre primeira loja em Minas e planeja mais 10 unidades no Estado
Divulgação/ Poke Nihoa

A Poke Nihoa, rede de alimentação inspirada na culinária havaiana, vai inaugurar em dezembro sua primeira loja em Minas Gerais. A unidade franqueada, que recebe investimento de cerca de R$ 550 mil, será instalada em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Para além dessa unidade, a empresa planeja abrir mais 10 lojas em outras cidades mineiras em 2027.

De acordo com o sócio-fundador do Poke Nihoa, Mauro Bueno de Oliveira Junior, a filial uberlandense está em fase de construção e implantação dos padrões de estrutura e de identidade visual da rede. A expectativa é que o negócio entre em funcionamento em dezembro, na rua Lapa do Lobo, 155, no bairro Granja Marileusa. O empresário falou sobre a chegada ao Triângulo.

“Uberlândia é uma cidade que enxergamos com grande potencial de mercado. Possui uma economia forte, um público consumidor exigente e um ambiente favorável para novos negócios. Além disso, percebemos uma oportunidade de apresentar nosso conceito de alimentação saudável, prática e de qualidade para um público que valoriza cada vez mais esse estilo de vida”, declara.

Além de Uberlândia, outras duas unidades estão sendo inauguradas neste ano, uma em Águas Claras, no Distrito Federal, e outra em Palmas, no Tocantins.

Minas deve receber mais unidades

Depois de Uberlândia, outros municípios do Estado devem receber 10 filiais da franquia até o fim de 2027. “Enxergamos Minas Gerais como um mercado promissor. É um Estado com grande potencial econômico, cidades em desenvolvimento e consumidores cada vez mais atentos à qualidade, conveniência e alimentação equilibrada”, completa Oliveira Junior.

As novas lojas devem ser instaladas em Belo Horizonte, em Contagem, na Região Metropolitana de BH (RMBH), em Juiz de Fora, na Zona da Mata, e em Montes Claros, no Norte de Minas. Outras cidades com mais de 200 mil habitantes também estão em estudo, segundo o empresário.

Além das 10 unidades em Minas, a rede pretende abrir outras 40 lojas no Brasil. “Acreditamos que o Poke Nihoa chega com um modelo de negócio atrativo, uma operação estruturada e um conceito que acompanha as novas tendências de consumo”, diz.

Ideia surgiu após intercâmbio

O embrião do Poke Nihoa surgiu em 2017, durante um intercâmbio dos amigos Marcillio André Gomes Canedo e Mauro Bueno de Oliveira Junior na Califórnia, nos Estados Unidos. Lá, a dupla conheceu o poke e encontrou inspiração para abrir o primeiro restaurante, em Goiânia (GO). O prato costuma reunir arroz, folhas verdes, proteína (atum ou salmão) e acompanhamentos. Em 2023, os sócios entraram no franchising: eles comercializaram a unidade própria e, atualmente, todas as lojas são franqueadas.

Aos franqueados, a rede oferece dois formatos, shopping e loja de rua, com investimento inicial a partir de R$ 450 mil em shoppings e R$ 550 mil em lojas de rua (as unidades em vias públicas são maiores e exigem investimento maior). Nos dois casos, a taxa de franquia é de R$ 50 mil, os royalties são de 6% e a taxa de publicidade, de 1% sobre o faturamento. Cada loja emprega, em média, oito funcionários e um gerente. O faturamento médio mensal fica entre R$ 150 mil e R$ 200 mil, com lucro de 15% a 20% sobre o faturamento e retorno do investimento em 16 a 22 meses.

Modelo de shopping

  • Investimento inicial: R$ 450 mil (total)
  • Taxa de franquia: R$ 50 mil
  • Capital de giro: a partir de R$ 30 mil
  • Ano de fundação: 2017
  • Entrada no franchising: 2023
  • Número médio de funcionários por franquia: 8 a 9 (8 funcionários e 1 gerente)
  • Royalties: 6% sobre faturamento
  • Taxa de publicidade: 1% sobre faturamento
  • Faturamento médio: R$ 150 mil a R$ 200 mil
  • Lucro médio: 15% a 20% sobre o faturamento
  • Prazo retorno: de 16 a 22 meses

Modelo de rua

  • Investimento inicial: R$ 550 mil (total)
  • Taxa de franquia: R$ 50 mil
  • Capital de giro: a partir de R$ 25 mil
  • Ano de fundação: 2017
  • Entrada no franchising: 2023
  • Número médio de funcionários por franquia: 8 a 9 (8 funcionários e 1 gerente)
  • Royalties: 6% sobre faturamento
  • Taxa de publicidade: 1% sobre faturamento
  • Faturamento médio: R$ 150 mil a R$ 200 mil
  • Lucro médio: 15% a 20% sobre o faturamento
  • Prazo retorno: de 16 a 22 meses
Sobre o autor

Anderson Rocha

Repórter multimídia do Diário do Comércio desde 2025. Graduado em Jornalismo e pós-graduado em Comunicação Digital pela PUC Minas. Vencedor dos prêmios CNJ, Mercantil, Sebrae, CDL/BH e CBN de Jornalismo.


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