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Thermas Internacional investe mais de R$ 30 milhões e inaugura Rio Quente em Esmeraldas

Com investimento superior a R$ 30 milhões, empreendimento inaugura Rio Quente e amplia estratégia para fortalecer o turismo regional
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Thermas Internacional investe mais de R$ 30 milhões e inaugura Rio Quente em Esmeraldas
Projeto da empresa contempla a implantação de um circuito de arvorismo, tirolesa, paintball, halfPipe, um tobogã radical e um Kamikaze | Foto: Péricles Henrique De Paula

Em um cenário em que a temperatura elevada é uma constante e há uma crescente demanda pelos parques aquáticos, o Thermas Internacional, em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), tem investido na expansão dos atrativos. Com o ciclo de investimentos iniciado em 2023, o parque aquático já aportou mais de R$ 30 milhões e inaugura, agora em julho, o Rio Quente, considerado pela empresa uma das principais atrações do complexo e um dos maiores projetos do segmento em Minas Gerais.

Conforme o CEO e fundador do Thermas Internacional, Francisco Correa, o investimento faz parte de um amplo programa de modernização das estruturas, passo fundamental para a estratégia que visa ampliar o número de associados, fortalecer o turismo regional e atrair visitantes de diversas partes do País. A inauguração oficial do Rio Quente está marcada para 14 de julho, aproveitando o período de férias escolares.

“Além do Rio Quente, o projeto, que estamos desenvolvendo desde 2023, contempla a implantação de um circuito de arvorismo, tirolesa, paintball, halfPipe, um tobogã radical e um Kamikaze, que é um dos maiores do Brasil”, conta.

Ainda segundo Correa, a proposta é manter um calendário contínuo de investimentos, agregando novas opções de lazer e aumentando o tempo de permanência dos visitantes no empreendimento. “Parque aquático precisa estar sempre inovando. Nosso objetivo é oferecer mais opções para os associados e para quem visita o Thermas, por isso, investimos continuamente para proporcionar experiências diferentes”, destaca.

O novo Rio Quente ocupa uma área superior a 10,8 mil metros quadrados, integrada ao paisagismo do parque, que soma aproximadamente 300 mil metros quadrados de área verde. Uma das apostas do empreendimento é oferecer em Minas Gerais uma experiência semelhante aos tradicionais rios de águas aquecidas encontrados em Goiás.

De acordo com Correa, muitos turistas mineiros percorrem cerca de 700 quilômetros em busca desse tipo de atração. A proposta do novo equipamento é reduzir essa necessidade, oferecendo uma alternativa próxima à capital mineira. “O visitante agora terá essa experiência praticamente ao lado de Belo Horizonte. Não será mais necessário viajar centenas de quilômetros para desfrutar de um Rio Quente”, observa.

Investimentos reforçam estrutura e capacidade do Thermas Internacional

O atual ciclo de investimentos sucede a outro pacote de melhorias realizado anteriormente pelo empreendimento. As obras incluíram, por exemplo, a construção de 30 chalés, a ampliação da capacidade de hospedagem, criação do Museu do Bonsai, quadras de tênis, pista de cooper, campo de golfe, rampa aquática e novos brinquedos. Hoje, o Thermas Internacional conta com 75 chalés e uma capacidade total de hospedar 540 pessoas.

Com capacidade para receber cerca de 5 mil pessoas distribuídas pelo complexo, o empreendimento pretende atrair visitantes de diversas regiões do País, especialmente durante o período de férias. O parque atua tanto no modelo de associados quanto nos de hospedagem e de atendimento ao público por meio do sistema day use.

Para Correa, o crescimento da infraestrutura acompanha a evolução da demanda. “Estamos percebendo aumento no número de associados e uma aceitação muito positiva das novas atrações. O interesse do público cresce à medida que o parque oferece novidades”, diz.

Carga tributária segue como principal desafio

Apesar da expansão, Correa explica que o ambiente econômico brasileiro continua sendo o principal desafio para empresários do setor de turismo e lazer. Entre os principais gargalos, ele destaca a elevada carga tributária, que reduz a capacidade de investimento das empresas e aumenta os custos operacionais.

“A economia brasileira ainda apresenta muitas dificuldades para quem empreende. A carga tributária é elevada e acaba consumindo uma parcela significativa dos recursos das empresas. Esse continua sendo um dos maiores desafios para todo empresário”, ressalta.

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