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Venda de suplementos vitamínicos em alta

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A mineira Cimed antecipou linha de produtos, com investimento de R$ 15 milhões, para atender demanda da categoria | Crédito: Divulgação

O mercado de suplementos vitamínicos é estimado em R$ 3,5 bilhões. A procura por esses produtos sempre foi muito forte no País, mas se intensificou no último ano devido à pandemia do novo coronavírus. O segmento foi o grande impulsionador do crescimento do mercado farmacêutico em 2020, com crescimento de 47,8% em faturamento, de acordo com o IQVIA.

Com planta em Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais, a Cimed, uma das maiores farmacêuticas do País, tem a prevenção como um de seus pilares e é líder na categoria com mais de 50 itens em seu portfólio. Se comparado com 2019, a farmacêutica teve incremento de 89% em unidades e 94% em faturamento.

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E grande parte disso se deve ao empenho e perspicácia dos acionistas do Grupo Cimed: Karla Marques Felmanas (vice-presidente) e João Adibe (presidente). Os executivos optaram por seguir em frente em meio às adversidades e anteciparam o lançamento de produtos com o foco em aumento de imunidade, a grande demanda do ano que aumentou consideravelmente o faturamento da companhia.

Para viabilizar o lançamento do Lavitan 5G, a Cimed investiu em torno de R$ 15 milhões. O valor engloba a construção, montagem e instalação de uma linha de produção exclusivamente dedicada a efervescentes, dentro da planta operante, em Pouso Alegre. Somam-se aos investimentos a pesquisa e o desenvolvimento do produto, totalmente concebido pela farmacêutica. Para se ter ideia, caso operasse em sua capacidade máxima, a linha de efervescentes conseguiria produzir 10 milhões de comprimidos por mês.

“Lavitan é líder na categoria de vitaminas, fechamos 2020 com 10% de participação, com posicionamento da vitamina da família brasileira sendo líder da categoria Infantil e Multivitamínicos (AZ) e encontra-se disponível em 64.403 farmácias no Brasil”, comenta a Vice-Presidente da Cimed, Karla Marques Felmanas.

Esse crescimento é possível devido às oportunidades, já que menos de 20% dos brasileiros consomem vitaminas e suplementos. A Cimed se destaca por conta de seu propósito: oferecer produtos de qualidade a um preço acessível, democratizando o acesso a remédios no País.

Cuidados com a imunidade impulsionam mercado

O novo coronavírus ascendeu um alerta vermelho para a saúde. E os cuidados com a imunidade ganharam destaque, já que a doença afeta mais gravemente aqueles com menor imunidade. O resultado: um aumento de 48% no consumo de suplementos alimentares.

Os dados são da segunda edição da pesquisa “Hábitos de Consumo de Suplementos Alimentares no Brasil”, realizada pela Toledo & Associado para a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais (Abiad), que investigou o comportamento dos consumidores em maio de 2020 e revelou também que em 59% dos lares brasileiros têm pelo menos uma pessoa consumindo suplementos.

De olho nesse mercado, empresas com foco em bem-estar e saúde têm aumentado a oferta desses produtos, como é o caso da Akmos, holding com ampla atuação nacional por meio de franquias e vendas multinível. A empresa, que viu seu faturamento crescer 90% em plena pandemia, lançou recentemente mais quatro linhas de suplementos alimentares, todos com os mais criteriosos processos de fabricação e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O própolis é a base do Pro Power, suplemento alimentar com vitaminas C, D, E, selênio e zinco. Ele reforça a imunidade e tem sido um dos produtos mais procurados nas prateleiras da empresa. “O crescimento da venda de todos os suplementos da Akmos foi de 70% no primeiro trimestre de 2021 comparado com o mesmo período do ano passado. Os benefícios para a saúde são imensos e esse nicho tende a crescer ainda mais”, revela o CEO da Akmos, William Miranda.

Em pesquisa sobre o assunto, realizada pesquisa da BHB Foods e Suplementos, em parceria com a Decode, feita em outubro de 2020 com base na coleta de dados digitais, 91% das buscas por suplementos correspondem àqueles relacionados ao aumento da imunidade. Só na plataforma do Mercado Livre, suplementos alimentares correspondem à categoria de produtos que mais cresceu durante a pandemia, perdendo apenas para Máscaras e Álcool gel (de 24/02 a 03/05/2020 versus o mesmo período em 2019).

Para Fabiana Benedetti, técnica responsável pela divisão de alimentos da Akmos, o consumidor precisa ter cuidado ao escolher seus produtos para consumo, priorizando os que têm registro na Anvisa. Ela alerta ainda que os benefícios variam de acordo com o organismo de cada um.

“A função do suplemento é fornecer nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos em complemento à alimentação. Suplementos alimentares não são medicamentos. Portanto, não tratam, previnem ou curam doenças. Eles são destinados a pessoas saudáveis. E a dica para ter eficácia no uso é atrelar as necessidades individuais ao suplemento certo, considerando sempre uma dieta balanceada, uma vez que quando os nutrientes se apresentam em quantidades ótimas, a saúde e o bem-estar do indivíduo são maximizados, além disso, consumi-los conforme indicação e dose correta certifica sua performance. Vale muito a pena investir em suplementos já que no dia a dia é muito difícil suprir na alimentação as vitaminas e minerais que o corpo precisa.”

SUPLEMENTO VS COMPLEMENTO ALIMENTAR
Suplementos alimentares: servem para complementar com vitaminas e minerais na dieta diária de uma pessoa quando não é possível alcançar os níveis ideais de nutrientes através da alimentação. Eles podem ser compostos por fibras, aminoácidos, carboidratos, proteínas e muito mais.

Complementos alimentares: têm como foco complementar a refeição, quando há carência de um nutriente específico. Ademais, agora também estão disponíveis no mercado complementos com colágeno e antioxidantes. Eles combatem o envelhecimento precoce e melhoram a saúde da pele, cabelos e unhas. (Fonte Anvisa)
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