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Opinião

As lições para a gestão de pessoas no pós-pandemia

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Crédito: Freepik

Com a pandemia, observamos uma necessidade de reorganização das empresas, tanto do prisma prático quanto do organizacional e de negócios; e isso só foi possível com o envolvimento das equipes. O papel do líder se tornou ainda mais significativo, não só na gestão das pessoas do ponto de vista hierárquico; mas, principalmente, por precisar inspirar e influenciar de forma positiva aqueles que fazem parte da sua organização. Nunca, a valorização do profissional e o olhar cuidadoso das empresas para o âmbito pessoal foi tão importante.

Isso se dá, sobretudo, em decorrência das novas possibilidades de trabalho, aceleradas pelo atual cenário. O home office mostrou para empresas e profissionais as vantagens e desvantagens de se trabalhar em casa ou na própria companhia. Discussões sobre mobilidade, inclusão, tempo dedicado à família, inspiração, reconhecimento pela liderança e outras questões acontecem agora não só entre gestores, mas também, entre os colaboradores.

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Com isso, o trabalho híbrido tornou-se mais que uma possibilidade, é uma demanda do mercado. O rodízio entre o trabalho remoto e o presencial é a opção mais interessante às empresas e aos colaboradores que conseguem atuar desta forma, claro. Segundo o levantamento da Accenture realizado durante a pandemia, 34% dos funcionários querem trabalhar de casa três vezes ou mais por semana e 18% preferem atuar de uma a duas vezes no mesmo período. Por este motivo, os líderes precisam estar cada vez mais cientes de seu papel.

O chamado “novo normal” se fez presente muito mais rápido que o planejado e foi responsável por trazer mudanças significativas na cultura da gestão de pessoas. Assim como o trabalho, que passa a ser flexível na maioria dos casos, esse fator também precisa ser igualmente adaptável. Hoje, mais do que nunca, é necessário estar preparado para lidar com situações diversas – sejam elas positivas ou negativas – de forma responsiva e a toque de caixa.

Outro fator aprendido se dá pela quebra de paradigmas que, de certa forma, engessavam as corporações. Para muitas delas, alguns processos pareciam impossíveis de serem realizados de forma remota, sem a presença física de pessoas e papeis. A tecnologia, então, passou a ser uma grande aliada nesse e para os próximos momentos de readaptação. Com isso, a computação e os sistemas em nuvem se tornaram essenciais para garantir a liberdade de onde e quando se trabalha.

Numa situação como esta as empresas podem oferecer, até mesmo, vários pontos de trabalho como benefício, ao invés de um lugar fixo. Dessa forma, o funcionário tem a liberdade de escolher de onde produzir – seja de uma sala de reunião em um coworking próximo de sua residência ou em um café, por exemplo. Independentemente de onde estejam, para conseguir gerenciar este novo momento da melhor maneira, os líderes precisam conversar e se aproximar mais das pessoas – mesmo que ainda de forma remota.

*CEO do IWG, grupo detentor das marcas Regus e Spaces no Brasil | www.linkedin.com/in/tiagolhes
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