Esqueça o pão de queijo: veja o que os mineiros mais pediram no iFood em 2025

Apetite dos mineiros vai muito além da culinária típica; pedidos cresceram mais de 16% em um ano, e café da manhã foi o horário que mais ganhou espaço no aplicativo
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Esqueça o pão de queijo: veja o que os mineiros mais pediram no iFood em 2025
Foto: Diário do Comércio / Leonardo Morais

Minas Gerais pede muito mais do que pão de queijo. Hambúrguer, açaí e marmita lideram o ranking das categorias com maior volume de pedidos no iFood no Estado em 2025, seguidos por opções saudáveis, doces e bolos. O levantamento inédito, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e divulgado durante o iFood Move, evento de restaurantes, food service e varejo da América Latina, revela a diversidade do apetite dos mineiros, que também movimentam o aplicativo de delivery em busca de culinária italiana, sorvetes, comida brasileira, lanches e pizza. (Ranking abaixo)

Já entre as culinárias específicas, as gastronomias gaúcha (+43,2%), baiana (+31,1%) e indiana (+29,5%) lideraram o crescimento em Minas Gerais.

Confira as dez categorias com maior volume de pedidos em Minas Gerais em 2025:

  1. Hambúrguer;
  2. Açaí;
  3. Marmita;
  4. Saudável;
  5. Doces & Bolos;
  6. Italiana;
  7. Sorvetes;
  8. Comida Brasileira;
  9. Lanches;
  10. Pizza.

O mapeamento de consumo do iFood em Minas Gerais também revelou um ritmo acelerado de pedidos no Estado, com alta de mais de 16% no último ano. A principal mudança de comportamento ocorreu logo no início do dia: a refeição matinal se consolidou na rotina do aplicativo. Entre 6h e 10h, o consumo de café da manhã cresceu mais de 29%, registrando a maior alta entre as faixas de horário analisadas.

Ecossistema do iFood movimenta valor equivalente a 0,51% do PIB de Minas

O relatório da Fipe revela ainda que, ao longo de 2025, o ecossistema iFood movimentou R$ 5,8 bilhões no Estado, volume equivalente a 0,51% do Produto Interno Bruto (PIB) mineiro. A empresa também manteve mais de 102 mil postos de trabalho diretos e indiretos na cadeia produtiva de Minas Gerais. Em escala nacional, a plataforma alcançou R$ 167 bilhões em valor transacionado, equivalente a 0,7% do PIB brasileiro, e apoiou a criação de 1,18 milhão de empregos no País.

Sobre o autor

Daniel de Andrade

Repórter do Diário do Comércio. Graduado em Jornalismo pela PUC Minas, com experiência em comunicação corporativa. 2º lugar no prêmio Adep-MG de jornalismo 2026

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