Pedidos na categoria mercados e atacadistas do iFood avançam 69% em Minas Gerais
Os pedidos feitos pelos consumidores de Minas Gerais na categoria de mercados e atacadistas no aplicativo iFood cresceram 69% em maio, na comparação com o mesmo mês de 2025. Esse movimento demonstra uma transformação no hábito dos mineiros de ir ao supermercado ou atacarejo para fazer as compras da semana ou do mês.
Esse movimento de mercado se reflete de forma direta no comércio local. A plataforma de delivery registrou um acréscimo de 60% no faturamento da modalidade Mercado e Atacado no Estado, com duas modalidades principais de compra: o abastecimento e a conveniência.
Além disso, cerca de 48% do consumo recorrente para abastecimento doméstico cresceu em Minas Gerais e conta com cestas que reúnem mais de 15 itens, com foco na reposição de carnes, aves, peixes e produtos de limpeza.
Já o consumo de cestas menores, para necessidades imediatas como bebidas e doces, apresentou alta de 72% dos pedidos totais. Essa opção tem funcionado como principal porta de entrada no delivery, com 31% de novos usuários. Independentemente do perfil do cliente, o ranking dos itens mais pedidos pelos mineiros na plataforma é liderado por leite, refrigerante e banana.
Case do Mart Minas

Entre os destaques no mercado mineiro está a rede Mart Minas, que adotou o iFood como seu canal de vendas digitais. A modalidade de consumo recorrente para abastecimento doméstico tem ganhado força na bandeira de atacarejo devido à competitividade de preço desse modelo de operação. A empresa registrou um avanço de 4.400% no faturamento com vendas no aplicativo no último ano.
O diretor de mercado e atacado do iFood, Murilo Massari, destaca que esse crescimento comprova que o consumidor mineiro buscava a conveniência do digital e que a empresa vem cumprindo com o objetivo de ser o canal estratégico do varejista. “Trazemos nossa expertise em gerar demanda e uma operação robusta de entrega”, afirma.
Ele ainda avalia que o Mart Minas trouxe para a plataforma sua excelência em preço, serviço e sortimento de produtos. “Juntos, estamos movimentando a economia do varejo alimentar para além do físico no mercado mineiro – com presença qualitativa no digital e acesso ao maior ecossistema de delivery da América Latina”, completa.
A parceria entre a varejista mineira e o iFood acelerou a presença da bandeira de atacarejo para 23 lojas integradas, com uma operação que já atrai cerca de 17 mil novos compradores por mês. Já o tíquete médio registrado aponta para compra com perfil de abastecimento do lar.
O executivo do Mart Minas, Gabriel Neves, explica os motivos que levaram a varejista a firmar essa parceria com a plataforma de delivery. “A adesão ao iFood foi uma decisão estratégica para chegarmos a novos clientes que não vinham até nós, sem precisar construir uma operação e e-commerce do zero”, diz.
Impacto no PIB de Minas Gerais
Um relatório produzido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) demonstra a dimensão do “Efeito iFood” em Minas Gerais e o papel do Estado como uma das principais forças da plataforma no Brasil. O ecossistema da plataforma movimentou cerca de R$ 5,8 bilhões em Minas ao longo do último ano, volume que passou a responder por 0,51% do Produto Interno Bruto (PIB).
A densidade da operação também se reflete no mercado de trabalho, sendo responsável por alavancar e manter mais de 102 mil postos de trabalho diretos e indiretos na cadeia produtiva do Estado.
Já em escala nacional, no ano em que celebra 15 anos de história, a plataforma manteve sua trajetória de expansão ao alcançar R$ 167 bilhões em valor transacionado – o equivalente a 0,7% do PIB nacional – e apoiar a criação de 1,18 milhão de postos de trabalho pelo País.
O mapeamento de consumo do iFood no mercado mineiro ainda revelou um ritmo acelerado de pedidos, que registrou uma alta de 16% em 2025. A grande surpresa comportamental aconteceu logo no início do dia: a refeição matinal se consolidou de vez na rotina do aplicativo. Entre 6h e 10h da manhã, o consumo de café da manhã disparou mais de 29%, assumindo o topo do crescimento por horários.
Por outro lado, o hambúrguer foi a comida mais pedida em Minas Gerais, com avanço superior a 13% no período analisado. No apetite por variedade, outras categorias continuaram avançando, como Doces & Bolos, Saudável, Italiana e Sorvetes. Já no quesito culinárias específicas, as gastronomias Gaúcha (+43,2%), Baiana (+31,1%) e Indiana (+29,5%) lideraram o crescimento no Estado.
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